segunda-feira, julho 25, 2016

A verdade sobre o terrorismo brasileiro

Ao longo dos últimos 13 anos o Brasil vem se aprofundando no caminho do medo do terror. O que antes cintilava no mapa do Oriente Médio, passou a fazer parte da realidade de um país, considerado dos mais pacíficos, seguros e felizes. Mas à pesar de toda esta sensação de medo, há uma verdade verdadeira sobre a relação do novo Brasil com o velho terrorismo - Continue lendo:

Impedidos pela barreira de chegar ao Palácio, Blackblock se sentaram - Foto Saulo Valley
Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de, 25 de Julho de 2016

O desgaste nacional provocado por tanta irresponsabilidade política e tantos crimes contra os cofres públicos e a população em si, levou os brasileiros a investir numa outra corrente política. A iniciativa de dar ouvidos à classe política que sempre ficou à margem gritando pela defesa dos negros, dos trabalhadores e dos sem terra, acabou ganhando força depois do golpe contra a Caderneta de Poupança ordenado pelo então presidente da república Fernando Collor e a morte surpreendente de Tancredo Neves, político de direita que era visto como uma espécie de salvação nacional. Depois de tantos escândalos de corrupção e inflação descontrolada, o país tentou mudar, retirando do poder aquelas raposas velhas que manipulavam tudo à sua volta para se manter no poder, e roubando livremente.

Estes crimes ganharam um apelido até simpático, quando foram chamados de "Crimes de Colarinho Branco". Até que o Brasil trocou o o verde-e-amarelo pelo vermelho.

Só que com o passar dos primeiros 4 anos entre lua-de-mel e casamento com os socialistas-comunistas no poder, o país começou a desandar e cair numa ciranda ainda maior que antes. Neste período é que o país passou a ouvir falar em terrorismo como um risco nacional, embora as autoridades locais negassem. Tudo começou quando o Brasil foi escolhido para sediar os jogos da Copa do Mundo de Futebol e posteriormente a cidade do Rio de Janeiro sorteada para sediar os Jogos Olímpicos. Autoridades internacionais (entre elas o governo americano) duvidaram da capacidade do Brasil gerir uma força de segurança capaz de detectar, deflagrar e barrar qualquer forma de ataque terrorista contra as autoridades convidadas.

O próprio governo americano chegou a afirmar que já havia risco de terrorismo no Brasil, que até este momento só viva de carnaval, futebol, mulheres sensuais e praias ensolaradas.

Pra tranquilizar a comunidade internacional o governo brasileiro precisou se esforçar para mostrar que estava preparado para enfrentar e aniquilar quaisquer riscos de ação terrorista em nosso território.

O tema ganhou força na mídia e corpo. O ataque à escola de realengo que deixou 12 mortos e o advento "blackblock" levou desespero à nação inteira e horrorizou o mundo. A estratégia do terrorismo psicológico dos BlackBlock levou o povo insatisfeito a fugir das ruas em dias de protestos agendados. Com isto eram cada vez mais vazias as manifestações, que ficavam por conta dos confrontos entre ativistas comunistas e policiais. No fim de tudo a tática, que aponta direto para o próprio governo federal, não evitou que o país voltasse às ruas gritando pelo impeachment de toda a estrutura vermelha até agora no poder.

Com lançamento da OPLava-Jato da Polícia Federal, os escândalos dos crimes de colarinhos brancos agora sob a bandeira vermelha só causaram mais terror ao país, que antes era estável, lindo e pacífico.

Durante luta pela implementação do processo de impeachment, autoridades no topo da cadeia do governo vermelho no poder, não economizaram palavras para intimidar o povo brasileiro, ameaçando com terrorismo, violência e até guerra armada.
Tudo isto era para evitar que políticos de cargos ligados direto à presidência da república fossem destituídos, ou que enfrentassem a condenação por seus milionários desvios dos cofres públicos e fraudes.

Este momento em que o país se viu num retrocesso de 30 anos, mergulhou em queda livre numa inflação disparada, desemprego agudo, a falência do sistema de saúde, educação, da segurança pública e até dos estados e municípios... Foi o maior ato de terrorismo que um país poderia ter sofrido na nossa era. Pior que o bloqueio de todas as contas de poupança praticado pelo governo Collor, foi a quase quebra de todo sistema financeiro do país.

O Terrorismo na grande Mídia

Enquanto isto a propaganda paga do terrorismo vem espalhando desespero e medo na população, que não percebeu o quanto emissoras como Globo e Record valorizam ataques terroristas na Europa e nos EUA, por exemplo. Com tanta visibilidade dos ataques,muitos gaiatos acabam querendo para si esta mídia que nossas emissoras estão se esforçando tanto para dar ao terror.

Enquanto que sobrepondo os vídeos exibidos pelos canais do Youtube permeiam propagandas em português com links que convidam as pessoas a conhecer o mundo islâmico sem problemas.

Diria que na verdade o maior terror que o Brasil enfrenta é o "Terrorismo do Colarinho Branco", porque são eles que contratam os terroristas, são eles que cometem o terrorismo, são eles que lucram com o terrorismo. Apenas países aonde a população é completamente ignorante é que se acredita que o terrorista é um cara alucinado pela fé islâmica e que quer destruir o planeta. Em todos os países aonde o terrorismo acontece, a maioria das ações são planejadas pelas próprias inteligências destas nações.

No fundo toda ação terrorista tem o foco de inibir a população, encobrir graves desvios, enormes saques das contas dos governos, visam subjugar o povo e evitar tentativas de reação. O terrorismo é uma arma para desestabilizar países estáveis e ajuda a liberar fundos para presidentes que antes enfrentavam rejeição do parlamento. É uma ferramenta de convencimento e terroristas são todos que aceitam ser contratados ou induzidos a atos de criminosos contra outras pessoas e propriedades alheias. No Brasil esta prática não tem como ser isolada, já que acontece o tempo todo em todas as esferas do nosso governo.

Em todo mundo os maiores terroristas usam colarinho branco e ternos pretos e os homem-bombas que surgem como que do nada, são apenas prestadores de serviços, assim como os "BlackBlock", o crime organizado do tráfico de drogas.. Os cartéis de empresas vampiras que destroem empresas estatais.. filas de doentes mortos nos hospitais em busca de tratamento, roubo de sangue e órgãos doados para transplante, desvio de estoques completos de remédios e suprimentos médicos para pacientes com doenças graves, desvio de pagamento dos idosos e aposentados etc.. Uma verdadeira rotina que o povo brasileiro tenta quebrar e não consegue.

Quem é que tem o poder para abrir as divisas do país para que miríades de estrangeiros oriundos de países aonde o terrorismo islâmico radical é uma prática diária, venham morar aqui? Nem o chefe da boca de fume pode! Então quando homens-bomba ameaçam detonar sua família ou sua cidade, vá cobrar do governo, porque a origem de todo terrorismo no mundo está no próprio governo!

Agora uma aparente nova ordem parece se formar, mas como dissemos aqui, esta "nova ordem" pode ser uma continuidade a ondem anterior, ou da ordem anterior a anterior desta que saiu!

Só um povo determinado a lutar longas batalhas contra a corrupção, reeducando-se e rejeitando a velha cultura de se "levar vantagem" em tudo, é que talvez algo possa mudar e em fim, este terrorismo verde-e-amarelo tenha fim.

Tags: terrorismo, crimes políticos, corrupção, cartéis, máfias, crime organizado, Brasil, terror, ataque terrorista, Saulo Valley, O Observador do Mundo, 

domingo, julho 24, 2016

Porque brasileiros odeiam a tocha olímpica 2016?

Há dias dos Jogos #Rio2016 a chama olímpica no Brasil ainda não se acendeu literalmente. Isto devido ao histórico grau de rejeição da população que se vê violentamente (até mortalmente) agredida pelos busos cometidos pelos governos que gerenciaram este evento desde a eleição da cidade (não mais maravilhosa) do Rio de Janeiro como sede dos aclamados "Jogos Olímpicos" 2016.

Tocha Olímpica?  -  Licenciada via Commons por William Warby
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 24 de Julho de 2016 

Pra quem habita no Rio de Janeiro, a sensação é semelhante ao povo que vivía na Grécia na época dos primeiros jogos. Enquanto a arena ficava lotada de expectadores, o povo morria de doenças, fome, e ainda pagava muito caro pra estar viva naquele país, aonde o governo era sempre rico e o povo sempre miserável.   Nada de diferente hoje.

Risco de continuação

O Brasil vive um pesadelo político. A aparente melhora administrativa com a substituição de Dilma Roussef por Michel Temer na presidência, só será bem vinda se seu governo não for apenas uma forma diferente de continuar o mesmo governo que já conduzia o país ao fundo do poço há 13 anos.
Líderes incapazes, nação saqueada, população enganada e bases do país em ruínas.

Estamos arrasados como se estivéssemos num período pré-guerra. O caos parece estar crescendo e não se dissipando. Jogos Olímpicos 2016 são a cara da corrupção política brasileira. Nosso povo não consegue desconectar uma realidade da outra. A prova disto está no transporte público, nos hospitais, na segurança pública e no desemprego histórico em constante agravamento. Inflação e incertezas, medo e escândalos políticos (que já nem são vistos como novidade) permeiam a vida de quem vive nas adjacências dos Jogos Olímpicos mais odiados de sua própria história!

Pura lavagem de dinheiro, favorecimento exclusivo de empresas ligadas à máfia política, e "oportunidades"?  O governo convidou 50 mil pessoas para se voluntariar! O que ganham com isto, o que levam pra casa, depois de 30 dias de desgaste físico e mental? Apenas a sensação de que foram usados, explorados e nem um pouco recompensados!

Definitivamente este momento olímpico não é memorável, é odioso e vexaminoso. Uma exposição vergonhosa de nosso povo, para exploração deslavada de corruptos e corruptores.

Aqui no Rio de Janeiro o clima olímpico é:

1) Aumento descontrolado da violência armada
2) Insegurança
3) Falta de Dinheiro
4) Preços inflacionados
5) Desconfiança
6) Decepção
7) Raiva coletiva
8) Estudantes sem aula
9) Povo ilhado dentro de casa

Esta é a unica chama que queima por aqui, e tomara que as autoridades internacionais não venham!

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