quarta-feira, dezembro 28, 2016

EUA - Donald Trump pode ser o Cavalo de Tróia russo? Análise

A América vai mudar e o povo americano vai sofrer. O mundo vai mudar radicalmente e muitas pessoas vão sofrer.  O novo governo americano veio para bagunçar o jogo político no tabuleiro, jogando suas próprias peças para fora da partida e atraindo a rainha adversária para dentro de seu território - Continue lendo:


Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - 28 de Dezembro de 2016 

( Atualizado as 15:32 GMT -3)

25 July 2016, 11:17 Source Vladimir Putin carrying his buddy Donald Trump Author DonkeyHotey
Como observador do mundo por natureza aviso que meu nobre dom já me permite visualizar o discorrer das coisas com prospecção para o futuro nada agradável para o Ocidente.

Se as coisas continuarem no rumo que estão minha previsão para o futuro do mundo tem bases sólidas. Me arrisco a alertar que os americanos viverão o que o Brasil está vivendo hoje, uma política corporativista, antipopular e corruptora. A verdade é que os EUA está prestes a viver o pesadelo que o Brasil sofreu desde 2003 até agora e antes da eleição confirmada dos candidatos Lula e Dilma, nós publicamos um monte de razões pelas quais as escolhas seriam um desastre para o país, e foram por definitivo!

Erradas tomadas de decisões isolarão os EUA do resto do mundo e péssimas alianças serão firmadas.

Autoridades políticas ficarão mais cruéis porque não temerão mais uma intervenção americana. Isto porque Trump deverá liderar a América para si e toda aquela história de que "nascemos para salvar o mundo porque nascemos para ser heróis" terá chegado ao fim.

Com isto a liderança mundial dos EUA terá sido enterrada e seus aliados estarão sozinhos quando potências agressivas como Rússia, Coreia do Norte e Irã se levantarão para infernizar a vida cotidiana de países menores, sem falar nas milícias radicais islâmicas escravizando populares de diversos países africanos e árabes, e nos piratas..

Já os primeiros sinais estão sendo mostrados quando os EUA deixa Israel sozinho pela primeira vez, desde que se tornaram históricos e fortes aliados.

As declarações de Trump podem ser ainda mais terríveis quando praticadas e o novo presidente parece estar disposto a abrir mão da amizade e a lealdade de Israel para dar fim à disputa territorial que já dura 29 anos apoiando o lado oposto, a Palestina.

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Fim das alianças históricas

A questão é que os EUA apoiava Israel por ser o berço da religião oficial americana, já a religião praticada na palestina é o islamismo, em quase toda sua totalidade. A Palestina é apoiada pelo ditador Bastar Al-Assad, pelos países comunistas e potências como Rússia e China e é território de atuação também da milícia libanesa Hezbollah.

A nova América se afastou da Turquia, que tinha fortes alianças e foi patrocinar a milícia inimiga dos turcos, uma milícia islâmica curda batizada de PKK que se tornou um exército poderoso na Síria ocupando territórios que antes eram controlados por rebeldes ao regime de Bashar Alassad e pelo ISIS.

Ao mesmo tempo que a nova América deixa de apoiar países cristãos ou laicos, também demonstra repulsa por mussulmanos naturalizados americanos que vivem em seu território. Trump demoniza imigrantes e promete expulsá-los de suas terras.

Um prenúncio de que esta nova era será de muitos inimigos que poderão se tornar históricos daqui pra frente.

Novas alianças

Tomando como partida os elogios mútuos trocados entre Trump ao líder russo Vladimir Putin, a confirmação de que a inteligência russa alterou o resultado das eleições americanas favorecendo seu candidato predileto, que promete em troca um longo período de trégua e parcerias, percebes-se que a Rússia deu o maior golpe político da história moderna. Ninguém poderia imaginar que sua proposta de inserir "presidentes laranja" anunciada em 2013, poderia se dar na vida de seu mais poderoso rival, os Estados Unidos da América.

A inteligência de Putin é elogiada em toda Rússia, inclusive pelo novo presidente americano.

O que torna os Estados Unidos um país candidato a cair de posição na lista das maiores potências mundiais, onde por muitas décadas figurou como o número 1.

No link acima você vai entender que a Rússia planejava colonizar o mundo e colocou sua estratégia de modo tão rápido que nenhum país teve tempo de se preparar. Atualmente a Chechênia, a Sibéria, Lituânia, metade da Ucrânia e todos os países e repúblicas que circundam a Ucrânia e partes da Síria já estão sob seus domínios ao passo que os Estados Unidos parece desejar abrir-mão de suas conquistas.

Isto é lógico que criará a nova ordem mundial, desequilibrando o poder dos países e enfraquecendo o Ocidente para dar todos os poderes ao Oriente.

O esforço para tornar a Síria um país islâmico é do interesse de todo o Oriente Médio, restando apenas Israel, Armênia e Turquia a serem conquistados (e esforços não estão faltando).

Notem que nossa observação não tem como foco defender ou criticar uma religião em si. Estamos falando sobre influências e domínios no mapa político global.

 Bom se cada país pudesse se manter em seus próprios domicílios mas a ganância humana vive dias de explosão e vem se tornando a maior evolução humana em comportamento, palavras e gestos.

Atualizando:

Como o debate sobre o apoio a Israel ainda está em alta, Jonh Kerry Secretário do governo Obama têm trocado farpas com Trump sobre a questão da Faixa de Gaza e os novos assentamentos israelenses.

Utilizando sua conta no Twitter Donald Trump esbravejou hoje pela manhã e rebateu as críticas sobre a postura dos Estados Unidos:

"Não podemos continuar a deixar que Israel seja tratado com total desdém e desrespeito. Eles costumavam ter um grande amigo nos EUA, mas ... não mais.


O início do fim foi o horrível acordo com o Irã, e agora este (ONU)! Fique forte Israel, 20 de janeiro está se aproximando!"
O Secretário de governo John Kerry limitou-se a dizer que as postagens de Trump no Twitter "chocam seus aliados, mas eles não ficarão intimidados e continuarão perseguindo seus interesses".

A crise se dá porque o governo Obama apóia o reconhecimento do Estado palestino e devolução de suas terras.

Mas Israel discorda de seu mais poderoso defensor deixando estremecidas as alianças entre as potências.

Trump que ainda não assumiu seu mandato pediu ao governo de Israel que "fique forte" até que seja empossado em 20 de Janeiro.

Com esta novidade a crise tende a se estender até que a nova liderança americana assuma para retomar os rumos da relação EUA-Israel.

Tags: Donald Trump, PRESIDENTE, eleições presidenciais, política, Saulo Valley, O Observador do Mundo, CAOS, MUNDO, ORIENTE MÉDIO, Rússia, EUA, 

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