terça-feira, maio 26, 2015

Ucrânia: Separatistas acumulam mais armas pesadas que países europeus

Especialistas apontam que forças russas+Separatistas já possuem mais tanques pesados que quase todas as principais potências europeias. Mais que o dobro que as forças da NATO na Ucrânia.

Russian Ground Troops in parade to Moscow, with a BMP-2.
Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 26 de Maio de 2015 - GMT-3

Os tanques de fabricação russa estão sendo implantados em larga escala na região Leste da Ucrânia. Especialistas em informações militares apontam que Donbas tem sido o principal destino desta gigante invasão de armas russas de grande porte.

De acordo com relatório produzido pelo Cor Valentin que é chefe do Departamento Anti-terrorismo da Ucrânia pelo menos 700 tanques pesados estão nas mão dos Separatistas contra 300 tanques das forças da NATO ucraniana.

Um site especializado em guerras analisou relatórios militares dos países europeus do último ano e concluiu que os Separatistas russos na Ucrânia estão em segundo lugar em número de tanques pesados em relação a todos os países da Europa, perdendo apenas para a Polônia que possui 800 tanques em seus quartéis.

O relatório completo publicado pelo site "Euromaidan" revela que as forças rebeldes chegam a superar em número os tanques pesados da França, Alemanha e República Tcheka juntos.

A publicação destes relatórios originam de diversos sites que se concentraram num ponto específico. Por exemplo, o especialista Dmitry Tymchuk publicou no site "Resistência da Informação " que desde o início de Maio mais de 80 veículos de mísseis Grad MRLS, foram vistos cruzando a fronteira Rússia para a Ucrânia, somando um total de 380 unidades em poder dos Separatistas.

O relatório serve para avaliar a situação da crise no país e confirma a tese de que não se trata de uma revolta étnica e sim uma clara invasão russa.

Fonte: http://euromaidanpress.com/2015/05/26/separatists-in-donbas-have-more-tanks-than-germany-france-and-czech-republic-combined/

quinta-feira, maio 14, 2015

Porque jovens talentos desperdiçam grandes oportunidades?

De muitos fatores que levam jovens talentosos a desperdiçar grandes oportunidades profissionais, podemos destacar os mais graves - SAIBA MAIS:

"Alimente-nos!" Foto cortesia de Ed Yourdon - Creative Commons
Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, de Maio de 2015 - 09:05 GMT-3

O futuro de todas as crianças, adolescentes e jovens está diretamente ligado à questão da oportunidade. Desde a oportunidade de nascer num lar estável, até as oportunidades oferecidas por apoiadores, patrocinadores e administradores. Neste exato momento há milhares de jovens buscando uma oportunidade de sair de casa e se tornar independente, ou de fazer uma faculdade, ou de ingressar no mercado de trabalho.. E muitos destes jovens até conseguem encontrar algumas portas abertas que podem fazer com que alavanquem para o sucesso profissional e pessoal. Mas a quantidade destes jovens que literalmente perde estas oportunidades..

Todo jovem quando começa a se afirmar sempre tem suas motivações. À começar pela influência dos amigos, a influência dos familiares e até a pessoa que pretende construir uma família. Estas influências podem em sua maioria consistir em poderosos impulsos para o sucesso. Salvo quando estas influências exercem pressão no sentido oposto. Neste caso a maioria dos jovens fica isolada com seu sonho de se tornar alguém.

A formação familiar

Mas se todo adolescente ou jovem de ambos os sexos necessita desesperadamente de oportunidade, há de se levar em conta que muitas destas chances são perdidas por má qualidade da formação familiar.

Muitos casamentos já começam falidos. Filhos sem pai ou mãe. Filhos excessivamente mimados ou sem qualquer tipo de cuidado ou orientação paterna. Estes fatores são geradores de caos e sofrimento futuro (quando não por toda vida) para estes jovens. Por esta razão uma família compreensiva, comunicativa e participativa ajuda a preparar o jovem para enfrentar seu futuro na "era da independência financeira".

A relação social

Entre os amigos da escola ou da vizinhança os adolescentes e jovens vão ensaiando uma vida social de sucesso. O primeiro estágio é sempre da admiração e do reconhecimento dos perfis e dos valores de cada membro desta coletividade que pode ser muito pequena ou gigante. Esta etapa começa na infância desde os primeiros contatos na escola até por volta dos 10 anos de idade.  Com o reconhecimento destas personalidades os jovens costumam traçar o perfil de suas própria comunidade. É daí em diante que ele começará a selecionar e reduzir seu núcleo de relacionamentos com base nos interesses.

"Apprenticeship" by Repro. of painting by (Louis-?)Emile Adan (1839-1937), Licensed under Public Domain via Wikimedia Commons
A pressão externa

Mas chegando na casa dos 17 anos o prazer começa a evoluir para o estágio das obrigações e a cobranças afloram no seio familiar, na relação de amizade, no amor e a sociedade entra em cena impondo tradições e regras de postura e sucesso. Vemos que normalmente as correntes de pressão são pelo menos 4:

1) A família que teme que seus jovens caiam para o mundo das drogas ou da vadiagem.
2) Os amigos que não aceitam que os jovens obedeçam as regras impostas pelos pais ou avós ou a sociedade como um todo.
3) O relacionamento amoroso que depende do seu sucesso para se estabelecer como "vida à dois".
4) A sociedade que se baseia em padrões de sucessos anteriores para enquadrar estes novatos.

O jogo da simulação

No meio desta perturbadora avalanche de cobranças o jovem tem dois comportamentos comuns:

1) Se inspira no sucesso de um ou dois de seus familiares para se referenciar.
2) Procura se desvincular de qualquer experiência que sua família tenha vivido.
3) Começa a simular um impressionante sucesso para silenciar a cobrança de todos os lados.

A simulação de sucesso é uma forma muito comum do jovem tentar conquistar respeito geral. Por esta razão muitos acabam na vida do crime. Eles são capazes de viver vidas duplas, levando para a vida pública apenas a imagem de sucesso financeiro (a parte feia eles vão se esforçar para esconder).

No seio familiar, muitos destes jovens tentam silenciar a pressão fingindo que estão estudando ou trabalhando fora. É comum que mais tarde seus responsáveis descubram que o jovem estava "cumprindo horário" que seria de estudo ou trabalho se divertindo com amigos ou par romântico.

No trabalho muitos destes jovens simulam pertencer a famílias estáveis e bem sucedidas. Simulam ter boa formação e até fingem maturidade. Ainda rebuscam o português e impostam a voz para parecer mais adultos.

Sob uma máscara de sucesso no trabalho, não demora muito mais que 3 meses para a fantasia desmoronar e toda mentira começa a vir à superfície. Quer no relacionamento amoroso, em casa, na escola ou no emprego, estes jovens enfrentam crises ainda pior que a pressão generalizada. É quando todo o esforço que fizeram para se tornar respeitados começa a virar fumaça. Os problemas se agravam e em pouco tempo já se pode ver que estes jovens estão fora do ambiente de trabalho, fora de casa, isolados em grupos minúsculos de pessoas igualmente desacreditadas.

O desafio é de todos

Para o jovem que tenta se impor o desafio é que ele busque o caminho do trabalho dedicado, nos estudos e na inspiração nos homens de sucesso presentes em nosso meio social. Desafiador que tenham coragem para enfrentar o mundo real do trabalho e da responsabilidade dos compromissos com horário e contas à pagar, além da manutenção do cumprimento de suas próprias promessas. Desafiador para eles olhar para homens poderosos e suas riquezas e lindas mulheres sem achar que tudo isto se conquista facilmente. Sem grandes esforços e estudo.  

Então o maior desafio é mesmo achar uma forma de fazer com que todo jovem, que vive este drama ainda nos primeiros estágios, seja identificado e orientado. É preciso que a sociedade comece a reunir exemplos e tornar públicas estas histórias de fracasso e sucesso de muitos deles. Assim podem servir de referência e ajudá-los a tomar decisões certas nas horas certas, antes que o pior lhes aconteça.

Tag: oportunidade, mercado de trabalho, emprego, desemprego, jovem, adolescentes, família, Saulo Valley, O Observador do Mundo, crise, sociedade, 

terça-feira, maio 05, 2015

Tendência: Cresce valorização da família e porque crescem também os crimes passionais?

A família está na moda, ótima notícia para os solitários e solteiros de plantão. Saiba como investir em relacionamentos mais sólidos e fique atento para a explosão da violência doméstica e dos crimes passionais - LEIA MAIS:


A união estável está na moda. Antes era uma regra imposta pela sociedade tradicionalíssima. Depois da tempestade de moda gay que elevou os divórcios ao extremo, os casamentos também sofreram com a rejeição do enlace pelas vias da lei. Assim, milhares de milhares de novos relacionamentos regulares estão se formando sem que seja preciso ir aos cartórios fazer qualquer registro.

   Mais os registros não deixaram de ser feitos. É que agora estão sendo realizados em outro formato e endereço.

Cada vez mais difícil a vida solitária, a noite oferecendo tantos perigos... As pessoas estão em busca de parceiros fixos. Sem esta de ficar vagando madrugada à fora, de bar em bar em busca de uma aventura sexual.. (mas não é uma totalidade) Então cada um com seu par busca viver a vida mais feliz que pode.

Casamentos cada vez mais informais agora crescem os registros nas delegacias legais e a inclusão de nomes de muitos nas listas criminais da Lei Maria da Penha..  Mas ainda não parece ser muito em comparação ao crescimento desesperado dos crimes passionais.

Porque pessoas que não conseguem viver sozinhas acabam se envolvendo com pessoas cujas mentes criminosas são mais exercitadas que seus sentimentos de paixão, compaixão, companheirismo e amizade?

Difícil convivência entre as pessoas, com aumento da criminalidade em todas as suas formas de apresentação, atingindo em cheio as famílias e trazendo consequências trágicas para todos.

O princípio da convivência

A relação familiar tem regras que sem elas é mesmo impossível de se co-habitar.

Respeito à individualidade - É uma das mais importantes regras de um relacionamento de convivência. Cada pessoa tem seu próprio perfil, caráter e personalidade. Não se pode iniciar uma relação planejando em algum tempo transformar a outra pessoa naquilo que se entende como pessoa perfeita.  Ou a pessoa é ideal para você ou nunca foi.

Respeito à privacidade - Ao contrário do que muita gente pensa, quando duas pessoas passam a dividir uma vida, não se pode usar o termo "uma só carne" para unificar todas as formas de privacidade. Cada ser vivo precisa de um espaço (por menor que seja) para esta só. Mesmo que seja para fazer necessidades fisiológicas!! É uma lei simples: As pessoas dividem a maior parte do tempo com quem ama, e precisa de pelo menos uma, ou duas, ou três horas do dia para digerir a viva que vive, o sentimento e até continuar sob domínio de sua própria personalidade.   Mas o que acontece é que muitas pessoas acham que se deixarem suas almas gêmeas sozinhas poderão estar sendo traídas... Isto acontece porque sua "família" está baseada na fantasia de uma única pessoa. É por esta razão que as traições (por motivos fúteis) acontecem.

Liberdade de escolha - A relação conjugal deve ser uma questão de livre escolha. Não há razão para que duas pessoas vivam uma vida inteira presa a outra se não for por opção própria. A ausência de um documento registrado em cartório civil que dificulte a separação do casal, deve ser vista como uma atualização do casamento à luz do amor e da confiança, e da liberdade de escolha. Se uma pessoa não pode fazer o seu par feliz, não pode querer obrigá-la a estar ao seu lado para sempre. É comum que pessoas completamente egoístas e controladoras, que nada ou quase nada oferecem para seus parceiro ou parceira, achem que as pessoas devem se subjugar a seus domínios. Simplesmente por querem. Esta é uma das grandes causas da violência doméstica e do crime passional hoje em dia. Não se pode impor um regime de escravidão para a outra pessoa, quando se sabe que isto não se trata de amor, e sim de possessão.

Flexibilidade e paciência - Quando não há flexibilidade nem tolerância mínima numa relação, os embates são crescentes. Por falta de compreensão, os relacionamentos se inclinam para a agressividade e trocas de farpas, ao invés de carinho. É assim que um problema (que pode ser resolvido pelo diálogo promovido por uma das partes) acaba terminando na delegacia, ou "justificando" a famosa traição.  Cada pessoa tem que saber até que ponto pode ceder, mas não se pode perder (nem ganhar) o tempo todo.



Ser feliz e fazer o outro feliz deve ser uma luta da família. Mas o difícil é que sempre a disputa seja para fazer o outro feliz. A maioria das pessoas querem ser felizes à qualquer custo e se esquecem da outra pessoa. Egoísmo e intolerância são comportamentos incompatíveis com a relação conjugal.

Se cada pessoa consegue atentar para estas lei naturais do casamento, é possível que possamos ajudar a mudar o rumo que o mundo está seguindo em direção ao colapso e à guerra armada.

Coloque a família novamente no centro do seu projeto e compartilhe esta experiência. Certamente você será feliz e fará muitas pessoas felizes.

Tags: casamento, relacionamento, conjugue, justiça, crime passional, conflito, violência doméstica, casos de polícia, Saulo Valley, O Observador do Mundo, 

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