terça-feira, outubro 27, 2015

ENEM da política: Gafes de uma presidenta de uma "Pátria Educadora"

Eleita por demonstrar elevado conhecimento em economia, Dilma dispensa os princípios da boa comunica - Leia Mais:


Snapshot via https://www.youtube.com/watch?v=i44TU4Cz3Is&spfreload=10
Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 27 de Outubro de 2015 - 11:04 GMT-3

Pra começo de conversa, nossa líder sequer sabe falar o português. Isto é notório quando ouvimos seus discursos voluntários (aqueles que foram pronunciados sem uma colinha previamente redigida, ou a ajuda de um teleprompter).


É nesta hora que as gafes vão sendo cometidas, umas após as outras. Para a vergonha nossa a chefe de estado da "Pátria Educadora" sequer tem noção das coisas que fala. Sobre a meta do PRONATEC ela respondeu:

"Não temos uma meta. Vamos deixar a meta em aberto, pois quando atingirmos a meta, dobraremos a meta!"

Seguindo esta matemática a nova equipe econômica assumiu o cargo afirmando que em 2015 as reservas do governo seriam de 66 bilhões. Mas no primeiro semestre nem chegou a 9 bilhões e agora já em Outubro estamos diante de um saldo de pelo menos 51 bilhões NEGATIVOS!

O Ministro de Dilma deveria ter dito:

"Não temos caixa. Mas vamos deixar o caixa em aberto que se continuarmos gastando assim dobraremos o rombo no final de 2015". 

Quanto a seus conhecimentos científicos, Dilma foi demonstrar seus elevados conhecimentos em física, ao propor para os membros da ONU a criação de tecnologias que proporcionem o "armazenamento do vento", como meio de gerar uma nova fonte de energia natural sustentável.


Tudo isto é um claro sinal de que Dilma está isolada, mal assessorada e age por impulso sem conhecimento técnico mínimo para uma estadista. Seus discursos são pra lá de "embromation", ou "enrolation". Veja esta conversa com jornalistas:


Sobre o pronome "Presidenta"

A polêmica sobre a sexualização do adjetivo já pode ser encerrada?

Sim, levando-se em conta que o termo "presidenta" era usado no tempo em que farmácia se escrevia com "PH" no lugar do "F". Por esta razão, deve-se levar em conta que a língua portuguesa já sofreu uma longa sequência de modificações e correções. Não é uma palavra usual hoje mas existe, à pesar de ter caído em desuso. (mas como Dilma preferiu ser tratada assim... ) Mas fica claro que ninguém precisa mudar o sexo para todas as vezes que a presidente de uma organização qualquer for citada.

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