terça-feira, dezembro 30, 2014

Ucrânia: Postos militares são atacados por pró-rússia em pleno cessar fogo

A crise ucraniana vem crescendo em impasses e o pouco surpreendente desinteresse do lado russo de manter os tratados de paz e cessar-fogo. SAIBA MAIS:

Por Saulo Valley e Resistência da Informação - Rio de Janeiro, 30 de Dezembro de 2015 - 20:27 GMT-3

Apartamentos de edifício destruído durante a guerra no Donbass. Lysychansk, região Lugansk. - Foto de Ліонкінг Creative Commons via Wikipédia.
Esta denúncia é confirmada por ativistas e alto militares ucranianos que apontam que nos últimos 3 dias supostos bandidos estariam atacando escoltas militares por "diversão" mais especificamente nas regiões de Vila de Luhansk e Vergunki. Grupos não identificados ainda andam invadindo e saqueando residências dos locais.   Especialistas em informação do grupo "Resistência da Informação" confirmam as denúncias, acrescentando que em Dokuchaevsk forças inimigas têm se reposicionado para esconder seus morteiros".

O Leste da Ucrânia sofrem hoje de muita insegurança, tendo a expansão descontrolada de grupos criminosos a realizar uma variedade tremenda de crimes sem que seja possível investigar e conter novos ataques. Enquanto a tentativa para desestabilizar o país grupos armados de oposição chamados de pró-rússia buscam manter as forças policiais e militares bastante ocupados.

Na Rússia a crise financeira parece querer levar o país para o fundo, quando tenta através de acordos com a Ucrânia, aliviar as tensões com os Estados Unidos. Uma série de acordos bilaterais foram firmados hoje entre Rússia e Ucrânia, entre eles:

A Rússia suspendeu a proibição de fornecimento da carne bovina para a Ucrânia e em resposta a Ucrânia assinou dois contratos de distribuição de Energia Elétrica. Ainda no campo da energia, a Ucrânia ampliou um contrato de fornecimento de energia nuclear entre a empresa ucraniana Energoatom com a empresa americana Westinghouse, citando o site russo "racurs" que disse que o ministério das relações exteriores russo condenou o acordo entre as empresas alertando que este relacionamento poderia ocasionar em "um acidente muito grave".

Tags: Ucrânia, Rússia, Saulo Valley, O Observador do Mundo, guerra, conflito, crise internacional, invasão internacional, cessar-fogo, 

Entenda melhor a revolucionária guerra civil da Síria e seus presos políticos

A crise síria está sendo divulgada como "guerra civil". No entanto este conflito (hoje armado) ainda mantém os fundamentos da revolta popular contra o regime ditatorial do líder sanguinário Bashar Al-Assad. SAIBA PORQUE:


imagem gentilmente cedida por Syrian Revolution 2011"
Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 30 de Dezembro de 2015 - 12:15 GMT-3

A verdadeira crise política da Síria começou em 1946, quando o então líder revolucionário Hafez Assad conduziu o povo sírio para a tomada do governo das mãos de um ditador sanguinário. 3 meses depois de ter assumido o poder com aprovação popular de quase 100%, o maléfico líder abandonou todas as promessas e ideais que levaram o sofrido povo da Síria a apoiá-lo. Durante seu regime de mão de ferro, muitos focos de revolta se formaram, depois que o povo se viu traído, mas Hafez Assad estabeleceu um governo sangrento e por meio da "Lei de Emergência" manteve o povo sob severo cabresto armado e semi-escravidão. Isolados do mundo o povo sírio era representado globalmente por seu ditador e seu exército, considerado até por Saddam Hussein em 1995 "como o exército mais cruel do mundo".

President Hafez al-Assad with his family in the early 1970s. Left to right: Bashar, Maher, Mrs Anisa Makhlouf, Majd, Bushra, and Bassel - Domínio Público
O primeiro foco de revolta contra o governo de Hafez aconteceu seis meses depois de assumir o governo. Descontentamento nacional, e as pessoas viram que todos os serviços públicos eram prestados por empresas da família Assad e que 1 homem apenas (Rami Makhlouf) detia 60% do PIB do país!
Por causa da "Lei de Emergência" estabelecida desde 1948, o país se viu dominado por suas próprias forças militares e as pessoas eram obrigadas (desde então) a fazer elogios e declarações de amor ao exército e seu presidente, sob pena de encarceramento ou fuzilamento.

1982 - Massacre de Hama 10% da população foi morta pelo exército sírio.
Antes de 2011, a maior tentativa popular ou isolada de retirar os usurpadores do poder foi em 1982, quando não só um pequeno grupo de insurgentes decidiu enfrentar o exército regular sírio, mas toda uma região pobre e humilde conhecida até hoje como "Homs". Foi na cidade de Hamá, na província de Homs que aconteceram os maiores massacres impetrados contra a população como castigo por apoiar os rebeldes. Por ordem de Hafez Assad, todos os familiares e simpatizantes à revolta deveriam ser condenados à morte e naquele tempo mais de 45.000 pessoas foram cruelmente humilhadas e torturadas, até a morte.
Um verdadeiro holocausto se deu naquele tempo de horror, e embora determinado, o povo humilde de Homs não conseguiu sequer tocar nas bases que sustentam o Clã ditador no poder até os dias de hoje.

Todos os pequenos focos de rebelião sempre foram interpretados como "tentativa de golpe de estado" e por esta razão a lei síria condenava os rebelados à pena de morte. Por esta razão todos os que rejeitaram o regime repressor dos Assad e externaram foram em sua maioria brutalmente mortos. Após a morte de Hafez Assad no ano de 2000, seu filho Bashar Al-Assad foi escolhido por seu pai como herdeiro de seu posto. Nos primeiros meses Assad parecia fraco e inseguro. Sabia-se que o noviço a ditador havia se mudado para Londres (onde conheceu sua esposa Asma) para estudar oftalmologia. Mas parecia que tudo não passava de estratégia militar, pois ao primeiro foco de revolta ao seu governo Bashar ordenou a execução de todos os envolvidos.

Inspirados pela revolta batizada como "Primavera Árabe" em 2011, estudantes de uma pequena escola pública aprenderam sobre os acontecimentos recentes no Qatar, Tunísia, Egito e depois a Líbia, que levaram à derrubada de seus ditadores depois de grande apelo popular. Este evento foi marcado por massivas manifestações envolvendo por 3 meses uma gigante participação de pessoas de todas as camadas da sociedade. Vista com olhos admiráveis pelo ocidente, e com pavor por líderes orientais, a "Primavera Árabe" levou líderes políticos a apontar suas armas para os manifestantes, mas sem que conseguissem manter suas posições, apesar de muitas mortes.

Cerca de 2 meses após a revolta da Líbia, um grupo de políticos e estudiosos que militavam pela liberdade nacional decidiu ir silenciosamente às ruas pedir a libertação de todos os presos políticos da Síria. Suas demandas estavam descritas em alguns cartazes que erguiam corajosamente. Só dos remanescentes da revolta de 1982 mais de 65.000 ainda era contabilizados entre os presos políticos dos Assad. Este movimento audacioso aconteceu depois que o Serviço Secreto Sírio prendeu os estudantes primários da pequena escola pública em Dáara por ter pichado no muro: "Eles querem derrubar o regime. Bashar agora é a sua vez".

Como era previsto, os manifestantes foram recebidos com forte repressão policial, cacetetes e armas letais. Arrastados para as viaturas, ativistas políticos de oposição silenciosa, pais dos alunos e amigos foram levados para prisões de segurança máxima onde enfrentaram (juntamente com as crianças detidas) as terríveis pressões da inteligência síria (ao estilo nazista).

imagem gentilmente cedida por Syrian Revolution 2011"
Solidários com a prisão de 15 crianças menores, seus pais e manifestantes inocentes, uma multidão de 300 pessoas saiu em passeatas silenciosas pela soltura deles na região de Homs. Quanto maior a repressão policial, mais focos de manifestação surgia em lugares diferentes do país. Mas Bashar Al-Assad não se deixou abalar. Ordenou a morte a todos os rebeldes. Desde então o país se tornou a capital mundial da mortandade e desde meados de 2011 é que o povo destas regiões sitiadas decidiu empunhar suas armas para enfrentar a iminente invasão do exército sírio e sua tropa de exterminadores conhecida como Shabihas, apoiados pelo Hezbollar entre outros.

Para que a revolta popular não ganhasse apoio internacional, Assad criou todo um esquema para dar a impressão que a crise já havia se tornado uma guerra civil, atraindo grupos insurgentes estrangeiros para alegar "tentativa de golpe de estado". A confusa disputa conta com apoio político e militar de muitos países dividindo quase todo o mundo. Hoje na Síria há quem lute por sua libertação, aliado a grupos que lutam por sua islamização, ao lado de grupos que foram pagos para desestabilizá-la, enfrentando grupos contratados pelo governo para fazer parecer uma guerra tribal, ou religiosa, uma guerra civil ou tentativa de golpe. Tudo misturado.

imagem gentilmente cedida por Syrian Revolution 2011"
Agora nem mesmo a mais inocente das crianças pode escapar deste terror de vida que se estabeleceu no território sírio. Apesar ter decretado a suspensão da "Lei de Emergência" em 2009, só em 21 de Abril de 2011 é que Assad assinou o decreto, mas até os dias de hoje a "Lei Marcial" e o "Estado de Emergência" são praticados no país.   O caos armado em nome de muitos credos, tribos, ideais e valores. Que 2015 seja o ano que a Síria reencontre seu caminho para a liberdade.

Tags: Revolução Síria, guerra civil, Bashar al-Assad, revolta popular, massacre de civis, crimes de guerra, Saulo Valley  Notícias, O Observador do Mundo, #syria  #Homs, 

sábado, dezembro 27, 2014

Síria Warfare: 4 Anos De Mortandade. Até Quando?

Desde 15 de Março de 2011 a revolução contra o presidente sírio Bashar Al-Assad vem derramando sangue como se fosse água de chuva tempestuosa. Milhares de milhares de mulheres e crianças, jovens e adultos assassinados e uma renovada campanha contra o atual regime do país. À caminho do quarto ano o conflito tem produzido escândalos, pavor, desespero, angustia e morte sem limites e, como já se viu em todos os anos passados, não há trégua que possa dar fim à crise e silenciar as armas e explosivos diariamente despejados sobre todos, sem discriminação. LEIA MAIS:

Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 26 de Dezembro de 2015 - 21:10 GMT-3

Imagem gentilmente cedida por "Syrian Revolution 2011"

Imagem gentilmente cedida por "Syrian Revolution 2011"
   A rotina na Síria é sempre a mesma: Passeatas antigovernistas, bombardeios, explosões, mortes, velórios, enterros e a miséria de sempre. Estamos indo para o quinto ano de massacres e crimes violentos contra tudo e todos sem que nenhuma autoridade internacional conseguisse impedir este absurdo derramamento de sangue. A situação humanitária já é um caos em si e ainda nos resta a mesma pergunta sem resposta, entra ano, sai ano:"Até quando?"

   

Enquanto a resposta não chega o saldo diário de mortes chega a ser alarmante. Civis, opositores e pró-governo soterrados constantemente após ataques aéreos ou bombardeios. O conflito isolado em grande parte em áreas residenciais quase que abandonadas, ainda deixa pilhas de mortos todos os dias. Incontáveis vítimas, muitas delas nunca encontradas dentre os escombros.

No vídeo ao lado tratores trabalham para retirar os escombros de um prédio demolido por bombardeio aéreo da Força Aérea Síria. O ataque aconteceu na região de Gouta, subúrbio de Damasco nesta sexta dia 26/12/2014. Áreas residenciais convertidas em campo de batalha.

Imagem gentilmente cedida por "Syrian Revolution 2011"
   Enquanto as mortes não cessam uma infinidade de novas adesões ocorrem todos os dias, marcados pelos anúncios da formação de novos batalhões de voluntários armados que militam à favor da oposição e rejeição do sangrento governo do clã Assad.  Para cada novo voluntário soma-se pelo menos uma mulher e uma criança entre as vítimas desta horrenda guerra à possibilidade dele mesmo ser alvejado (junto com sua família).

   Foto: Apesar da mortandade crescente e constante, novos voluntários se unem à cada novo dia em busca de retirar do poder o presidente Bashar Al-Assad e seu partido Ba'ath.

   Somado a tudo isto, a guerra da Síria ainda envolve os Estados Unidos e aliados contra o ISIS/ISIL. Muita violência. Muito ódio e frieza, enquanto que nem a ONU, nem a Liga Árabe, nem a cúpula do CCG (Estados do Golfo).

   Ilhados no impasse global. Trancafiados em seu próprio pesadelo, o povo sírio não pode contar nem mesmo com os acampamentos, que em sua maioria acabaram se transformando em campos de concentrações abertos ao público. Quem se arrisca a buscar estes ligares, certamente não vai encontrar um oásis, mas um novo front de batalhas contra a vida civil.

   Hoje a guerra da Síria completa 3 anos, 9 meses, 1 semana e 5 dias. Síria Warfare 2015, até quando?

Tags: Bashar al-Assad, Partido Ba'ath, SÍRIA, Guerra, violência urbana, bombardeio aéreo, #massacre destruição e morte, ORIENTE MÉDIO, Saulo Valley, O Observador do Mundo, 

sábado, dezembro 20, 2014

Segurança: Noite de Caos com assaltos na Freguesia no Rio de Janeiro

   Uma onda de crimes e de violência eclodiu no Rio de Janeiro em antecipação aos eventos de fim de ano. Traficantes ordenam a implantação do Caos para possivelmente negociar regalias nos presídios. Por todos os lados traficantes armados enfrentam autoridades policiais e a maioria deles é menor de idade. Impunidade sem precedentes enquanto que qualquer lugar tranquilo pode se tornar uma zona de perigo num estalar dos dedos - LEIA MAIS:

Vista do Loreto do centro da Freguesia logo no centro - Foto Saulo Valley
   Na Freguesia de Jacarepaguá, por volta da meia-noite marginais se instalaram na área pouco iluminada da Estrada do Gabinal, na altura da saída do estacionamento do RioShopping. Os bandidos ficaram um tempo enorme no mesmo lugar, enquanto rendiam os pedestres, já que há paradas de ônibus em frente à academia "Body Planet" de um lado e em frente a várias agências de automóveis do outro lado da via.

   Nestes mesmos minutos na ladeira do Loreto (Largo da Freguesia) três suspeitos num veículo foram detidos por um grupo de policiais militares que os fez desembarcar e deu ordem de prisão. Mas não tivemos a informação se os casos tinham relação com as mesmas práticas.

Tags: violência urbana, assaltos, crime organizado, segurança pública, polícia militar, Freguesia, rio de janeiro, Saulo Valley, O Observador do Mundo,

quinta-feira, dezembro 18, 2014

EUA quer influenciar a América Latina à partir de Cuba

A mídia tradicional acredita que com a renovação das relações americanas com Cuba, sela-se "o fim da guerra-fria", enquanto que Obama, que luta para aumentar a influência americana no Oriente Médio, Ásia e África, percebe que a América Latina se fechou - LEIA MAIS:

Lift Cuba embargo by Latuff2 Licença Creative Commons

   A guerra fria está em sua segunda versão e para este novo cenário, os resquícios da velha Segunda Guerra Mundial e sua subsequente guerra comercial, não podem contribuir para os desenvolvimentos na estratégia americana nesta nova batalha comercial entre EUA e Rússia. A guerra-fria do novo milênio vem em preparação para acrise alimentar e de recursos básicos anunciadas pelas potências e especialistas das Nações Unidas.   É com muito planejamento, articulação e estratégia que a América de Obama visa ganhar novos mercados e preparar o país para a crise anunciada para começar à partir da próxima década.

   A Rússia em meio à crise anunciou neste dia que está trabalhando para, em dois anos vencer os desafios do mercado financeiro em seu território. O Observador do Mundo percebe que este também é o prazo médio para que a Rússia consiga controlar a crise da Ucrânia, já que o mesmo deverá não ter fôlego financeiro para manter esta batalha contra a invasão russa por muito tempo. A luta para dominar antigos territórios da ex União Soviética é parte de um processo para evitar que os Estados Unidos continue exercendo suas influências às margens das fronteiras russas. Por outro lado, desde a guerra do Iraque, a América Latina se fechou gradativamente para a América do Norte, se aprofundando nas relações com as potências rivais, entre elas: Rússia e China.

   No jogo das influências a relação EUA e Cuba poderá ajudar a quebrar muitas barreiras estabelecidas mesmo que acidentalmente nas relações diplomáticas entre as Américas. Como diz a mídia inteira nesta quinta: Se os Estados Unidos mantém uma relação comercial forte com a China que é uma ditadura comunista, o que impede de ter relação com Cuba?

   O fim da crise entre Cuba e melhora a imagem de Obama para os americanos republicanos e aproxima dele os imigrantes cubanos naturalizados no país.

Se você sabe inglês e muito pouco sobre a velha guerra-fria, assista este vídeo:



   Tags: influência, Comércio Exterior, Relações Diplomáticas, EUA, Cuba, Barack Obama, Fidel Castro, Saulo Valley, O Observador do Mundo, Russia, guerra-fria, guerra comercial, mercado, 

quarta-feira, dezembro 17, 2014

Terror? Suspeita atrai esquadrão anti-bomba e fecha aeroporto Santos Dumont

Acontece agora. Um objeto metálico cilíndrico deixado numa das entradas do Aeroporto Santos Dumont nesta manhã, provocou suspeita da segurança do complexo que acionou o esquadrão anti-bomba. A polícia isolou o local.

Aeroporto Santos Dummont - Foto: Mario Roberto Duran Ortiz
Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 17 de Dezembro de 2014 - 11:45

Por twitter o repórter Vinícius Lopes (@13vlopes) disse há 21 minutos que não se tratava de uma bomba. O objeto metálico usado na construção civil havia sido deixado no local dentro de um pacote e que também não era radioativo - Afirmou.

Tags: terrorismo, suspeita, Aeroporto, Santos Dumont, rio de janeiro, breaking news, Saulo Valley  Notícias, O Observador do Mundo, 

Brasil: Inflação descontrolada e uma Dilma sem brilho no poder

  Quando a presidenta Dilma foi eleita pela primeira vez, exibia um brilho de quinta grandeza. Ao lado do ex-presidente Lula, superioridade e vitória esmagadora sobre todos os oponentes era sempre o que motivava a dupla a sorrir e discursar. Após fácil disputa pelo segundo mandato, a presidenta já não exibe aquele sorriso que a acompanhou durante a primeira metade do seu mandato. A pergunta é: Será que Dilma conseguirá conduzir o Brasil em meio à esta crescente crise política e econômica? LEIA MAIS:

Dilma Rousseff recebe a faixa presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva em 1º de janeiro de 2011. Foto de Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr - Agência Brasil - Creative Commons via Wikipédia
Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 17 de Dezembro de 2014 - 11:00 GMT-3

   Quando o Brasil votou em Dilma Roussef para presidente, apostava principalmente no fato de que a figura da mulher parecia ser mais resistente quanto aos atraentes convites da corrupção política. Cansado de promessas mentirosas, o eleitor brasileiro apostou na Dilma com esperança de reduzir drasticamente a corrupção que estava matando o país. 4 anos depois o Brasil já concluiu que o mandato do combate à corrupção na verdade foi recorde em crescimento de corrupção passiva e ativa e os valores envolvidos em tais crimes superaram as expectativas e elevaram o Brasil para o topo do mundo na prática criminosa.


   Enquanto propagandas governistas apontam Dilma Roussef como "maior lutadora contra a corrupção política nacional do mundo", a realidade é bem oposta. Corrupção assistida, interativa e participativa é cada vez maior no Brasil, e envolve um número crescente de políticos. Uma verdadeira mamata!  Por outro lado fontes noticiosas e resumos de estatísticas recentes revelam uma Dilma nada incomodada com a crise, mas seu semblante é de claro abalo.

   No Brasil o que importa é a propaganda e as "selfies" da presidenta procuram vender a estabilidade. Para aquisição da estabilidade o site noticioso "Folha de São Paulo" apontou nesta quarta-feira que principais nomes do PT estão realizando campanhas na internet para incentivar os simpatizantes a comprar ações da Petrobrás, depois que a mídia vem destacando a assustadora queda livre da cotação destas ações na Bolsa de Valores.

   A fonte aponta ainda que os petistas estão sugerindo ao governo Dilma para comprar mais ações da quase falida Petrobrás ao ponto de estatizá-la novamente e evitar a quebra da empresa, que já foi o maior orgulho nacional.

   Especializado nas finanças das empresas nos mercados emergentes, Keneth Rapoza, escritor do site "Forbes" avalia que a crise da Petrobrás é um problema da Dilma, e lembra que a empresa perdeu 51% de seu valor de mercado nos últimos 3 anos do governo da "Presidenta".

   Petrobrás à parte, Dilma Roussef ainda não teve aprovação das contas de sua última gestão e sua reeleição cai como uma luva na tentativa de usar a máquina administrativa mais uma vez para encobrir suas pendências.

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quinta-feira, dezembro 11, 2014

Ambulatórios climatizados não esterilizam ambiente nem garantem a saúde dos pacientes e visitantes.

Esta é uma verdade mais que verdadeira: Salas hiper geladas não são capazes de impedir infecção hospitalar e ainda podem minar a saúde de pessoas cuja imunidade é deficiente quando submetidas a baixas temperaturas - Saiba Mais:

Transmission Electron micrografia de Múltiplas rotavírus Partículas cada um. é de cerca de 70 nanômetros de Medidor - Creative Commons 3.0 via Wikipédia
Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 11 de Dezembro de 2014 - 16:32 GMT-3

   Desde a implantação das redes de atendimento UPAs e Clínicas da Família, tornou-se uma tendência a manutenção de salas equipadas com ar-condicionado mantidos em baixas temperaturas. Na ocasião das primeiras instalações das UPAs, havia a epidemia do tal ROTA Vírus, que segundo a mídia e alguns relatórios assinados por autoridades ligadas ao governo, seria este último responsável pelas mortes por infecção hospitalar no Estado do Rio. "O Observado do Mundo" sempre combateu este tipo de propaganda genérica, que atribui uma mesma variedade de sintomas para justificar contágios por vírus recém descobertos e justificar uma "epidemia". Quem ganha com isto?

   Na contra-mão das notícias pagas, "O Observador do Mundo" sempre com o pé no chão, observa que muitas pessoas chegam saudáveis nos locais públicos de atendimento médico e deixam o lugar com algum tipo de reação alérgica, quando não contaminadas por outros vírus mais pesados ou infecções hospitalares.

   No início de 2014 acompanhamos a internação de um parente nosso que foi acometido de um Acidente Cardiovascular e durante sua internação contraiu uma pneumonia aguda que teria sido a causa de uma segunda e letal crise de AVC.  Antes do óbito deste paciente observamos que a sala do pronto socorro estava tão gelada que os pacientes pareciam mantidos sob algum tipo de criogenia. Algo que lembrava a temperatura das gavetas nos necrotérios. O paciente tentava conversar mas a secreção que seus pulmões produziam parecia estar a afoga-lo. Os médicos informaram que não poderiam tratar a pneumonia por que ainda não conseguiam detectar se havia ocorrido uma AVC ou não...  Durante pelo menos 10 dias o paciente foi mantido em baixíssima temperatura, sem nem ao menos ter sido apontado a causa de seus movimentos serem quase zero, sendo que o paciente chegou andando com dificuldade, mas andava.

   Na última quarta-feira fomos levar uma outra pessoa a um hospital federal cuja estratégia "anti-pandemia" é a mesma: Manter ar-condicionados em baixas temperaturas. Logo se percebe que com pouco mais de 1 hora no local as pessoas começam a manifestar sintomas involuntários de rejeição da temperatura provocada. Eu mesmo tive uma crise de tosse e em pouco tempo já estava com febre. Precisei recorrer a remédios e até a antibióticos para me recuperar da chamada crise de reação alérgica.  Do lado de dentro algumas salas são mantidas a menos de 18° graus e no lado de fora 35°. Um verdadeiro teste de sobrevivência. Com a imunidade literalmente atacada, qual ser humano pode resistir se atacadas por poderosos vírus hospitalares?

   E quanto aos pacientes submetidos a prolongada exposição ao frio?  Não deveria haver um bateria de testes para medir o grau de imunidade nos pacientes internados?

   Seria mais caro? Sim, seria. É importante que todos saibam que a manutenção de salas muito frias nos hospitais não garante a saúde nem dos pacientes nem dos visitantes e muito menos impede a tal infecção hospitalar. Ainda por cima gera novos pacientes, ou pode complicar o estado de saúde de já pessoas fragilizadas. Ajuda a diminuir a incidência de contaminação? Sim. Mas não é uma solução efetivamente suficiente para proteger as pessoas em ambiente hospitalar. ..Ainda se os filtros dos mesmo não forem assiduamente higienizados, serão capazes de provocar infecção respiratória, e quem é que fiscaliza se os filtros de ar dos ar-condicionados são limpos e com que intervalos?

Tags: saúde pública, HOSPITAL, imunidade, OMS, contágio, epidemia, pandemia, virose, Saulo Valley  Notícias, O Observador do Mundo, 

quarta-feira, dezembro 10, 2014

Serra Leoa espera vacinar mais de 1,5 Milhões com anti-malária - MSF

Na expectativa de prevenir o avanço do vírus do ebola, pelo menos 1,5 milhão de pessoas espera receber a vacina anti-malária na cidade de Freetown em Serra Leoa. SAIBA MAIS:

Ebola - via Wikipédia CC
   Citando a organização "Médicos Sem Fronteiras" que tornou público um comunicado de imprensa nesta quarta confirmando que a organização conseguiu realizar num dos maiores esforços de envio de vacinas para esta região.

   O Comunicado destacou que a razão para a volumosa campanha antimalárica explica-se devido aos sintomas da doença serem similares aos sintomas do ebola.  A finalidade da campanha é distinguir os pacientes infectados com ebola e evitar alarmes sem fundamento. Quem explica e Patrick Robattaille, que é coordenador de campo dos MSF em Serra Leoa.   Patrick completou que com a vacinação, o sistema estaria menos sobrecarregado, "pacientes infectados com Malária e seus respectivos parentes estariam livres de tanto estresse " - Disse MSF.

terça-feira, dezembro 09, 2014

Motoristas precisam redobrar atenção por causa de motocicletas

O trânsito no Rio já está ficando pra lá de caótico e os acidentes se multiplicam à cada novo dia. As estatísticas dos acidentes envolvendo motocicletas sobem juntamente com a imprudência de muitos pilotos e até motoristas intolerantes. Acidentes como este registrado na tarde desta Segunda raramente acontecem sem vítimas fatais. LEIA MAIS:

Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 09 de Dezembro de 2014 - 12:43 GMT-3
Atualizado as 17:07

Em todo o país os acidentes envolvendo motocicletas estão em alta. Tudo começa com o elevado número de avanço de sinais, o que é uma prática comum da maioria dos motociclistas. Não há sequer um esforço das autoridades para punir estes pilotos que vão avançando sobre as faixas de pedestres quando o sinal vermelho está aceso e na maioria das vezes, os pedestres ainda estão tentando chegar do outro lado da via. O caso da foto ao lado é bem semelhante. Sinal fechado e o motoqueiro tenta avançar quando os demais veículos frearam. Ele ficou ricocheteando entre um ônibus e dois carros de passeio. Enquanto isto transeuntes tentavam cruzar a faixa de pedestres mas os veículos envolvidos no acidente estavam sobre a mesma. O motoqueiro chegou a cair da moto e rolou sobre o asfalto bem na frente do ônibus que freou bruscamente sendo seguido pelos demais motoristas. Na queda o piloto da moto perdeu o capacete e por pouco não foi esmagado. Com a ajuda de outros motoqueiros, a moto foi retirada do asfalto e posta na calçada.

   No mesmo dia pelo menos 3 acidentes envolvendo motos e seus pilotos aconteceram na cidade do Rio de Janeiro...

   Com tamanha explosão das motos, acidentes de trânsito no Brasil já são novamente recordes entre países desenvolvidos.   E apesar de ser necessário possuir carteira para pilotar motos, não parece ser obrigatórios para os mesmos, obedecer as leis que regem o trânsito nos principais centros urbanos.
  Em nossa página de Facebook o motoqueiro Ruan Ribeiro reclama:

"Se eles usassem menos o celular enquanto estão na direção, seria melhor. Já fui fechado 2 vezes e as duas fui pro chão".


   O site "Mapa da Violência" destaca a média de acidentes envolvendo motocicletas, cujas estatísticas dispararam desde a virada do milênio:
http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2013/mapa2013_transito.pdf

continua...

   Tags:  @LeiSecaRJ, lei de trânsito, violência urbana, acidente, destruiçao e morte, Motorista, motoboys, Saulo Valley, O Observador do Mundo, 

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EDITORIAL - O Brasil é perfeito para quem não teme o trabalho honesto

Temos que combater os esforços da mídia paga, que visa fazer as pessoas amarem mais o mal que o bem. Se você concorda leia, comente e compa...

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