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Mostrando postagens de Março 9, 2014

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ONU: Conselho de Segurança invalida referendo da Criméia e Rússia veta 15-03-2014

Em reunião de emergência convocada para julgar a legalidade do referendo da Criméia, dos 15 estados-membros, 13 votaram em favor do veto do referendo. Mas a China se absteve e a Rússia vetou. Só com  o veto da Rússia a decisão do Conselho de Segurança é que ficou invalidado.

Desde o dia 1 de Março,o Conselho de Segurança já convocou 6 reuniões de emergência para buscar uma solução pacífica para a crise na Ucrânia. Mesmo assim, o estatuto do Conselho de Segurança exige unanimidade no voto dos estados-membros para aprovação de uma resolução. Com mais esta tentativa sem aparentes resultados positivos, a comunidade internacional segue na busca por uma solução que não exija o uso da força, o que significaria correr o risco de uma terceira guerra mundial. A própria decisão da China de se abster ao veto, já representa sua total aliança para com a Rússia que compartilha sua ideologia comunista.




Moscow: 10 Mil russos, ucranianos e artistas em rally contra invasão iminente da Ucrânia

10 mil manifestantes e ativistas foram às ruas de Moscow neste sábado para condenar o que já se mostram os preparativos para a invasão ao território da Ucrânia. Milhares de pessoas em Moscow pedindo "PAZ" e a desistência do governo de Putin da ocupação da Criméia e a intervenção da Ucrânia.

Enquanto isto na quinta-feira na reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, 13 países votaram contra o referendo na Criméia, enquanto a China se absteve do voto e a Rússia vetou, disse a equipe de jornalismo da ONU.




Em resposta aos protestos anti-guerra que começaram nesta sexta na capital russa, pelo menos 20 manifestantes já foram presos pela polícia russa.




Venezuela: Manifestantes oposicionistas enviam mensagem para Presidenta Dilma

Por uma única imagem, manifestantes da oposição venezuelana resumiram a história de luta de Dilma Roussef até chegar à presidência da nação brasileira. A imagem tem o título:

"Dedicated to Dilma Rousseff, president of Brazil." (Dedicado para Dilma, presidenta do Brasil)

Criméia: Franco-atirador russo caminha pelas ruas com a "ferramenta de trabalho" na véspera do referendo.

Hoje dia 15 de Março aniversário da Revolução Síria e véspera do referendo que decidirá se a Península da Criméia deverá continuar sendo território da Ucrânia ou da Federação Russa. Os preparativos para este domingo já estão na fase final, incluindo a chegada de cédulas já marcadas vindas da gráfica na Rússia, frotas de ônibus trazendo "eleitores" também da Federação Rússa e snipers!


   Na Criméia neste sábado o cenário é o mesmo do início da crise Síria. Agora os tanques começam a circular pelas ruas da Península espalhando medo e apreensão para toda a população civil, com a chegada de tanques, mísseis de alcance de 70 Km e artilharia pesada.


Uma grande quantidade de armamento pesado está também sendo transportado por via férrea:

Dotnetks: 3 mortos e 50 feridos em confrontos entre pró-rússia e pró-ucrânia nesta quinta.

Manifestação violenta em mais um clash entre manifestantes pró e anti-rússia deixa 3 mortos e pelo menos 50 feridos nesta quinta-feira em Dotnetsk no Norte da Ucrânia. CONTINUE LENDO:

Por Saulo Valley "O Observador do Mundo" e "Resistência da Informação"  Rio de Janeiro, 13-03-2014 as 22:03 GMT-3
À três dia do referendo forçado que decidirá se a Península da Criméia continuará sendo território ucraniano ou uma federação russa, as tensões crescem com acalorados pró-rússia buscando silenciar os pró-ucranianos. Os russos em maioria absoluta (até porque o governo russo tem se encarregado de despejar tártaros-russos, bielo-russos, ukranianos-russo entre outras etnias para favorecer sua política de intervenção da Ucrânia).

No vídeo um pequeno grupo de manifestantes pró-ucrânia recém chegado ao local é espremido por uma multidão de pró-russia exaltados contra um ônibus já lotado. A violenta reação dos russos foi minimizada com a intervenção policial que formou um cordão d…

Ucrânia: Guerra cibernética e ataques virtuais são destaques das novas ações russas.

A exemplo do que aconteceu na Síria, a guerra cibernética russa está no ar, inclusive com a clonagem do canal do "Anonymous Ukrania". Tudo para confundir e tirar as pessoas do foco de apoiar o governo da Ucrânia. A guerra no campo virtual que já começou desde o início das manifestações, agora ganham força como estratégia de combate, que além de minar os sites operacionais do governo ucraniano e seus importantes funcionários, também visa atrapalhar as atividades militares neste campo.

Campanhas pró-ucrânia estão sendo sabotadas nas redes sociais. A multiplicação de perfis falsos de Twitter e Facebook com falsas declarações, a disseminação de páginas de internet e blogs com mensagens difamatórias contra Ucrânia e distorções com bases em informações verídicas.

O bloqueio de mídia e internet na Ucrânia e Criméia já é facilmente percebido, além dos ataques físicos aos equipamentos que correspondem à área da computação como nesta noite o gerador da Base aérea de Belbek na Criméia

Criméia: Expectativa ruim para o referendo armado para 16 de Março sob invasão militar - Atualizações

A estratégia russa está longe de ser revelada. Silenciosamente milhares de soldados de verde ou de camuflado trazendo máquinas similares às máquinas ucranianas. Eles ocupam as bases militares e quando não confiscam as máquinas do local, substituem por outras iguais. "Tudo para parecer que está tudo normal, ou para criar confusão no momento da esperada reação ucraniana"?

Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 10 de Março de 2014 as 14:11 GMT-3
Soldados da Unidade A-2355 testemunharam uma das mais difíceis situações que um militar pode passar em seu domicílio. Topas russas marcharam em direção ao quartel mas ordens superiores eram para "não disparar e para ficaram dentro dos alojamentos". Quando os russos chegaram no portão principal da unidade, os guardas não sabiam o que fazer. Eles ordenavam que o portão fosse aberto, enquanto que a função da guarda do portão das armas é impedir o acesso de estranhos, muito mais de invasores internacionais. Usa…

Ucranianos vão às ruas protestar contra os mais de 150 mil soldados na invasão russa

Neste Domingo ucranianos se organizaram em passeata em formação de coluna, encobrindo toda a coluna com duas faixas com as cores da bandeira nacional. A manifestação acontece enquanto blindados e outras viaturas militares russas começam a usar estradas federais ucranianas e à poucos minutos a CNN na TV noticiou que já há  na Criméia 150 mil soldados invasores.






A populosas manifestações retornam e neste vídeo manifestantes tátaros da criméia e russos erguem suas bandeiras em desacordo. O cinegrafista disse que uma minoria islâmica que vive na Ucrânia está "assustada com as conversas separatistas".

Ucrânia: O atirador era o mesmo: Autópsia e balística de manifestantes e policiais mortos revela.

O governo anterior já não atendia às necessidades do país e a corrupção era efervescente. Um chamado levante revolucionário se deu em nome da grande esperança popular por mudanças e o fim da corrupção, mas as investigações revelam que os atiradores eram contratados para inflamar os dois lados da luta política CONTINUE LENDO:

Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 09 Mar 2014 - 06:40 GMT-3
Atualização: 16:42
O Ministério Público abriu uma investigação para descobrir a quem representavam os snipers espalhados e estrategicamente posicionados durante as manifestações em Kyev. Os primeiros resultados já mostraram que os atiradores (Um deles já está preso) não pertenciam a nenhum dos lados da batalha política que eclodiu nos últimos meses e serviu como desculpa para a invasão russa à Criméia e possivelmente na Ucrânia. Estes atiradores sem face foram tão convincentes que forçaram as autoridades a desintegrar um destacamento de polícia inteiro por medo de motim e por acre…