quinta-feira, março 21, 2013

NO-FLY-ZONE: NATO e regime SÍRIO começam a movimentação de Mísseis e Anti-mísseis.

Com a crescente movimentação em torno da incursão da NATO na crise síria, como consequência das denúncias de uso de armas químicas pelo regime sírio na cidade de Aleppo entre os dias 19 e 20 de Março, o regime sírio envia baterias de mísseis para proteger seus depósitos de Armas Químicas.

Anders Fogh Rasmussen - Secretário Geral da NATO - Cortesia "Texas Military Forces"
Por Saulo Valley  O Observador do Mundo - Rio, 21 de Março de 2013 - 07:58 GMT-3

   Em preparação para a implantação do NO-FLY-ZONE na Sìria, a NATO/OTAN anunciou que usará a mesma sequência de procedimentos usados na intervenção da Líbia. O Atlântico anunciou a implantação de baterias de mísseis Patriot ao longo da fronteira síria com a Turquia, com objetivo de impedir o lançamento de mísseis pelo regime. Em entrevista à "Reuters", citado pela 'RT News", O Secretário Geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen disse que a NATO/OTAN não tem intenção de interferir nas negociações da União Européia sobre a questão de fornecer armas para a oposição ao regime sírio.

NATO-2002-Summit - Domínio Público
   De acordo com os relatórios publicados pela mídia internacional, a decisão de implantar o NO-FLY-ZONE na Síria veio com a aprovação de 28 estados-membros do Conselho de Segurança, revelado nesta segunda dia 18.

  A Síria tem sido reportada como movimentando mísseis estratégicos pelo país. A agência rebelde de notícias "Ugarit", da Síria revelou que Damasco enviou mísseis balísticos medindo cerca de 12 metros de comprimento e dois mísseis SCUD para a base militar em Al Qutaifah, O local é a base militar do Batalhão 155, e segundo observadores locais, os mísseis teriam sido levados a partir da base militar de Nasiriyah, onde o regime mantém um de seus principais depósitos de armas químicas e biológicas, ainda um cento de pesquisa e desenvolvimento de armas.

Manual da Guerra Moderna

   Outro anúncio feito pela NATO/OTAN é que foi decidido pelo Atlântico que todo e qualquer ataque hacker realizado por civis a objetivos militares e hospitais entre outros alvos considerados estratégicos, bem será identificado como "ataque hostil" bem como os hackers que o executaram o ataque serão, à partir de agora interpretados como alvos militares - "huffingtonpost" De acordo com a fonte, o "Manual da Cyberwar" foi resultado de um estudo de 3 anos com ajuda de mais de 20 advogados, a Cruz Vermelha e o Cyber Comando dos Estados Unidos.

Video: Anúncio de invasão hacker nos arquivos digitais da NATO e da inteligência ucraniana.

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