quinta-feira, fevereiro 28, 2013

Obama vai aprovar casamento gay?

   Agências americanas de notícias disseram que o presidente Barack Obama deveria apresentar hoje à suprema corte que julga o assunto, um parecer do seu governo para que se torne legitimado ou não o casamento Gay que havia sido proibido no estado da Califórnia.

Referendo 2008 que proibiu o casamento gay no Estado da Califórnia - (Creative Commons)
Por Saulo Valley - O Observador do Mundo - Rio de Janeiro, 28 de Fevereiro de 2013 - 21:15 GMT-3
Atualização: 22:50

   O site americano "newnownext" disse nesta quinta que o presidente Barack Obama teria apresentado um parecer em oposição à emenda conhecida como "Prop 8" que proíbe o casamento gay e que pessoas divorciadas se casem pela segunda vez. Segundo a fonte, Obama teria apresentado razões para que a Suprema Côrte entendesse que a "Prop 8" tem ferido à constituição dos Estados Unidos da América.

   Com a determinação do governo, a comunidade gay e as pessoas divorciadas comemoram com grande alegria a intervenção de Obama. No site "secure3.convio" foi criada uma página para colher assinaturas em agradecimento ao presidente americano por se mostrar à favor do arquivamento da "Prop 8".

   Esta emenda foi votada e aprovada em 2008 e segundo o site "newnownext", a lei havia sido aprovada por meio de um referendo no Estado da Califórnia. A emenda teria sido aprovada por 58% dos californianos e a fonte revelou que até a data do do referendo mais de 18 mil casamentos gays haviam sido realizados, e com aprovação novos matrimônios foram proibidos. No final de Março deverá ser feita a coleta dos depoimentos e argumentos que darão à suprema côrte, a referência necessária para a suspensão ou a efetivação da "Prop 8".

Papa Bento XVI

   Coincidência ou não, hoje também foi o último dia de serviços prestados pelo Papa Bento XVI, que renunciou (novamente coincidente ou não) uma semana após a aprovação de Bispos gays casados com pessoas do mesmo sexo pela igreja romana em Londres. Apesar de não ter anunciado a verdadeira razão para sua renúncia, em sua despedida, Bento XVI disse que "os tempos modernos exigiam mais firmeza da igreja, quando ela não estava sendo firme".

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