sexta-feira, janeiro 20, 2012

Willian Hague: "A Grã-Bretanha não deixará mais a América Latina".

Uma declaração que remete aos tempos de colonização, que remete à guerra das Ilhas Malvinas (Falklands) e à "paz" que até agora reina na América Latina. Então, num momento em que o Brasil se tornou o paraíso dos desesperados pergunto: Qual a missão de Willian Hague no Brasil?

Cortesia "Foreign and Commonwealth Office" sob Cretive Commons
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 20 de Janeiro de 2012 - 15h35min.
Atualização: 16h54min.

Atraídos pela ansiedade de fugir da crise mundial, todos os olhares estão voltados para o Brasil. A chegada recorde de imigrantes e de todos os cantos do planeta e trabalhadores que à começar pelos Estados Unidos, migram para ocupar uma posição no mercado de trabalho.

Africanos, árabes, europeus e asiáticos tem se dedicado em empreitadas clandestinas ou até mesmo legais para o novo paraíso mundial, em tempos de quase colapso das potências, em busca de alguma infra-estrutura para dar continuidade à vida.

Mas o Brasil não tem o equilíbrio que os EUA possui. Suas riquezas são usadas meramente como moeda de troca por algumas migalhas estrangeiras e a corrupta política nacional de tão corrupta não oferece infra-estrutura para atender às demandas de um grande número de estrangeiros, como parece que teremos em breve. O temor é que o Brasil repita o que aconteceu nos anos 50, com o Rio de Janeiro e se torne uma terra de crescimento desordenado e favelização, impostos elevados e custo de vida nas alturas, sem poder oferecer um mínimo de qualidade de vida para as famílias.

Por esta razão, podemos pensar que o Brasil pode não ser um perfeito paraíso, e que com o excesso de imigrantes deverá se tornar um perfeito inferno.

O problema de ser um país pobre é que seu presidente acaba aceitando qualquer gorjeta de países "poderosos" e acaba vendendo até as roupas do corpo da população em função de uma ínfima vantagem.
Não há razão para o Brasil se curvar tanto...

Vaiado de modo histórico, Barack Obama percebeu, em sua última visita, que de certa forma o Brasil tem sua independência, então outro líder ligado à outra potência, cujas práticas são similares à América, chega para anunciar que "o tempo da Grã-Bretanha deixar a América do Sul acabou".

Queremos paz. Queremos uma vida melhor e rejeitamos a mensagem da guerra, como forma de se conquistar a paz. Queremos o fim das guerras e o início da era em que as pessoas sejam mais valorizadas que os objetos eletrônicos que possam obter, e até mesmo o dinheiro.

Queremos paz e amor. Não queremos guerra. Queremos liberdade de expressão, direitos humanos e crescimento, direito à educação e ao emprego. Queremos o direito de morar, constituir família e acesso à justiça e saúde. Não queremos as disputas armadas, colonização ou opressão. Mesmo assim, nós brasileiros estamos sempre dispostos a morrer para preservar nossa paz. Por sermos pacíficos não significa que somos passivos, apenas evitamos reviver o passado. É por esta razão que o revolução brasileira aconteceu há 4 décadas.


Brasil à parte, começamos a pensar na crise das Malvinas que já levantam preocupação, depois de longos anos de silêncio. O que faz a Grã-Bretanha nas Malvinas? Como assim "os tempos de deixar a América do Sul terminaram"? Isto significa uma ocupação? Uma advertência?

O desejo Argentino de reconquistar as Malvinas em um tempo em que as incertezas dominam os mercados, e que não há estabilidade para dar novo oxigênio para as guerras. Conflitos armados sustentados por países que mal conseguem se manter de pés? Só se for no Laos. Então que as espadas sejam desembainhadas e os presidentes de cada país decidam suas diferenças em duelos clássicos!

O site Vermelho publicou o seguinte: 

A chancelaria argentina reafirma “os imprescritíveis direitos de soberania da Argentina sobre as Ilhas Malvinas, Georgias do Sul e Sandwich do Sul, e os espaços marítimos circundantes, que são parte integrante de seu território nacional”. A declaração da chancelaria foi divulgada quando se completam 179 anos desde a ocupação das Ilhas Malvinas por forças britânicas (em 3.1.1833).
Já o site The Independent:

"Os Islanders Falkland não devem ser intimidados por meio de pressão econômica, secretário de Relações Exteriores William Hague, disse hoje, ele aumentou a pressão sobre os países sul-americanos, que continuaram suas bloqueio econômico contra a ilha."

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