A Síria continua comprando à todo vapor. De acordo com a agência russa Ria Novosti, 36 caças Yak-130 fazem parte do milionário contrato celebrado com a Rússia de Medvedev.
A fonte, que cita um contato ligado ao comércio russo de armas disse que a entrega está programada para Dezembro de 2012, e o curto prazo é explicado porque a Síria foi citada como tendo feito um adiantamento de parte do valor negociado.
A Agência disse que em conversa com analistas, que disseram que o contrato parece ser "arriscado", uma vez que a crise na Síria tende a aumentar e a pressão internacional tende a crescer.
O esforço desesperado na verdade, vem das duas partes. A Síria precisa se mostrar em crescimento e mostra estabilidade e controle da situação, para tentar se manter bem relacionada, enquanto a Rússia precisa garantir o mercado de armas na região, tendo a Síria como principal sustentáculo na disseminação de seus produtos de guerra no Oriente Médio.
Há que visualize prejuízo até o final do acordo, uma vez que a comunidade internacional vai tentar prejudicar o acordo, mas há quem considere um contrato célebre. Um "sucesso".
De acordo com a Ria Novosti, que citou Medvedev, o presidente russo com dizendo que o fornecimento de armas para Síria não viola qualquer acordo internacional ou mesmo as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A Ria Novosti conversou com analistas que descreveram esta compra como sendo de um equipamento meramente "supérfluo" no combate à dissidência. Talvez por ser mais "barato". (deve servir para ficar sobrevoando os céus, quebrando a barreira do som em baixa altitude ou pode estar melhor equipado do que garantem as partes).
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| RUSSIAN SUPERSONIC FIGHTER TRAINER YAKOVLEV YAK-130 |
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 24 de Janeiro de 2012 - 10h36min.
A fonte, que cita um contato ligado ao comércio russo de armas disse que a entrega está programada para Dezembro de 2012, e o curto prazo é explicado porque a Síria foi citada como tendo feito um adiantamento de parte do valor negociado.
A Agência disse que em conversa com analistas, que disseram que o contrato parece ser "arriscado", uma vez que a crise na Síria tende a aumentar e a pressão internacional tende a crescer.
O esforço desesperado na verdade, vem das duas partes. A Síria precisa se mostrar em crescimento e mostra estabilidade e controle da situação, para tentar se manter bem relacionada, enquanto a Rússia precisa garantir o mercado de armas na região, tendo a Síria como principal sustentáculo na disseminação de seus produtos de guerra no Oriente Médio.Há que visualize prejuízo até o final do acordo, uma vez que a comunidade internacional vai tentar prejudicar o acordo, mas há quem considere um contrato célebre. Um "sucesso".
De acordo com a Ria Novosti, que citou Medvedev, o presidente russo com dizendo que o fornecimento de armas para Síria não viola qualquer acordo internacional ou mesmo as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
"Estamos apenas negociando com a Síria itens que não são proibidos pelo direito internacional", disse ele.Mas segundo especialistas esta categoria de caça é utilizada apenas para exercícios e que não seriam capazes de suportar um ataque de um caça de qualquer país vizinho, como da Turquia, por exemplo.
A Ria Novosti conversou com analistas que descreveram esta compra como sendo de um equipamento meramente "supérfluo" no combate à dissidência. Talvez por ser mais "barato". (deve servir para ficar sobrevoando os céus, quebrando a barreira do som em baixa altitude ou pode estar melhor equipado do que garantem as partes).








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