As autoridades internacionais estão desarmadas diante do massacre de civis na Síria. Uma situação fora do controle (ou fora do raio de interesse) de qualquer entidade internacional. A presença dos Observadores deveria significar o fim da mortandade mas abriu oportunidade para um nível de massacres ainda maior que provavelmente marcará as próximas décadas ou milênios.
Descartada a hipótese de No-Fly-Zone via NATO, bem como intervenção militar por solo, cruzando as fronteiras dos países vizinhos para o lado da Síria. Ainda a imobilização das Nações Unidas por força do bloqueio permanente da Rússia, Índia, China, Irã e um número de países que optam pela abstenção de voto contra a República Árabe da Síria.
De um modo estratégico, as forças contra a população síria imobilizaram as ações internacionais convencionais, restando a fraca e prolongada negociação com a Liga Árabe como única alternativa. Talvez deva ser vista como uma luz de vela no fim do túnel, enquanto o número de mortes diárias cresce velozmente, elevando o genocídio na Síria a patamares recordes na primavera árabe.
Os atentados simulados pelo regime sírio (o último resultou em "63 feridos e 15 mortos" que o regime sírio alega incapacidade de identificar, após ele mesmo ter anunciado a tragédia que a Revolução Síria não confirma) abriram uma estratégica oportunidade para aumentar a pressão contra a revolução popular pacífica. Tendo em vista o grande sucesso da montagem, o regime sírio anunciou sua intenção de conduzir suas ações de repressão agora "com mão de ferro". O que sugere que violência ainda pior está para acontecer daqui para frente, não bastando que o povo está há 10 meses sendo atacado por bombardeio, agora os atentados "terroristas" do governo sírio elevarão em muitas vezes o número de mortes diárias no país completamente entregue ao caos e à exploração comercial do genocídio.
Sem levar em conta que a "Lei de Emergência" suspensa há cerca de 9 meses, na verdade nunca deixou de ser praticada, ficando a população do país completamente à mercê do exército regular e das forças de segurança. Esta situação não dá oportunidades para se acreditar que o ano de 2012 será mais pacífico, nem mais feliz que em 2011. A mortandade agora subiu para um novo patamar e este exemplo parece estar sendo seguido em outros países, por exemplo há possibilidade do presidente Saléh, do Iêmen, não deixar o poder, depois de perceber que as organizações internacionais foram facilmente desarticuladas por estratégias entre Russia, Síria, China e outros países que se mostram contra o massacre na Síria, mas contribuem para o genocídio por trás dos bastidores, em troca mantêm suas relações comerciais acesas e controlam o impacto da crise internacional em seus domicílios.
Potentes navios militares russos estão atracando e outros ainda sendo esperados no porto de Tartus, na Síria, levando reforços de caças, equipamentos anti-submarinos, anti-aéreos, e contra qualquer tipo de possibilidade de operação internacional contra o regime. De acordo com o governo de Medvedev, esta operação tem o objetivo de garantir o "diálogo" entre o regime sírio e seu povo, sem interferência estrangeira.
Enquanto a Liga Árabe pede ajuda ao Hamas para convencer ao regime sírio a parar o genocídio, expressa completo desespero e insegurança da entidade composta por 22 ministros das Relações Exteriores da comunidade árabe.
Video supostamente vazado da handcam de um observador na Síria: "Veja o homem perto dos Observadores que será destacado por um círculo. Maher Assad não está morto?"
Em análise da missão dos Observadores da Liga Árabe, o Revolução Síria descarta a possibilidade de erro e acusa o plano árabe de "cumplicidade"com o regime sírio de Bashar Al-Assad.
A Coordenação Geral da Revolução Síria publicou um relatório exigindo que a Liga Árabe reconheça publicamente seu fracasso ao tentar parar o derramamento de sangue do civis sírios e exigiu que os arquivos da Síria sejam transferidos para o Conselho de Segurança das Nações Unidas, para que dê continuidade ao processo de pacificação do país e proteção aos civis.
"Estamos no corpo da revolução Síria, como não notar que não houve uma diminuição no número de mártires e no nível de violência do sistema desde a visita do seu Comitê para a Síria?"
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| Cortesia: لافتات كفرنبل المحتلة"" |
Por Saulo Valley, Rio de Janeiro, 08 de Janeiro de 2012 - 18h49min
Atualização: 21h01min.
Atualização: 21h01min.
Descartada a hipótese de No-Fly-Zone via NATO, bem como intervenção militar por solo, cruzando as fronteiras dos países vizinhos para o lado da Síria. Ainda a imobilização das Nações Unidas por força do bloqueio permanente da Rússia, Índia, China, Irã e um número de países que optam pela abstenção de voto contra a República Árabe da Síria.
De um modo estratégico, as forças contra a população síria imobilizaram as ações internacionais convencionais, restando a fraca e prolongada negociação com a Liga Árabe como única alternativa. Talvez deva ser vista como uma luz de vela no fim do túnel, enquanto o número de mortes diárias cresce velozmente, elevando o genocídio na Síria a patamares recordes na primavera árabe.
Os atentados simulados pelo regime sírio (o último resultou em "63 feridos e 15 mortos" que o regime sírio alega incapacidade de identificar, após ele mesmo ter anunciado a tragédia que a Revolução Síria não confirma) abriram uma estratégica oportunidade para aumentar a pressão contra a revolução popular pacífica. Tendo em vista o grande sucesso da montagem, o regime sírio anunciou sua intenção de conduzir suas ações de repressão agora "com mão de ferro". O que sugere que violência ainda pior está para acontecer daqui para frente, não bastando que o povo está há 10 meses sendo atacado por bombardeio, agora os atentados "terroristas" do governo sírio elevarão em muitas vezes o número de mortes diárias no país completamente entregue ao caos e à exploração comercial do genocídio.
Sem levar em conta que a "Lei de Emergência" suspensa há cerca de 9 meses, na verdade nunca deixou de ser praticada, ficando a população do país completamente à mercê do exército regular e das forças de segurança. Esta situação não dá oportunidades para se acreditar que o ano de 2012 será mais pacífico, nem mais feliz que em 2011. A mortandade agora subiu para um novo patamar e este exemplo parece estar sendo seguido em outros países, por exemplo há possibilidade do presidente Saléh, do Iêmen, não deixar o poder, depois de perceber que as organizações internacionais foram facilmente desarticuladas por estratégias entre Russia, Síria, China e outros países que se mostram contra o massacre na Síria, mas contribuem para o genocídio por trás dos bastidores, em troca mantêm suas relações comerciais acesas e controlam o impacto da crise internacional em seus domicílios.
Potentes navios militares russos estão atracando e outros ainda sendo esperados no porto de Tartus, na Síria, levando reforços de caças, equipamentos anti-submarinos, anti-aéreos, e contra qualquer tipo de possibilidade de operação internacional contra o regime. De acordo com o governo de Medvedev, esta operação tem o objetivo de garantir o "diálogo" entre o regime sírio e seu povo, sem interferência estrangeira.
Enquanto a Liga Árabe pede ajuda ao Hamas para convencer ao regime sírio a parar o genocídio, expressa completo desespero e insegurança da entidade composta por 22 ministros das Relações Exteriores da comunidade árabe.
Video supostamente vazado da handcam de um observador na Síria: "Veja o homem perto dos Observadores que será destacado por um círculo. Maher Assad não está morto?"
Em análise da missão dos Observadores da Liga Árabe, o Revolução Síria descarta a possibilidade de erro e acusa o plano árabe de "cumplicidade"com o regime sírio de Bashar Al-Assad.
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| Relatório da Coordenação Geral da Revolução Síria e exigências para a Liga Árabe. |
"Estamos no corpo da revolução Síria, como não notar que não houve uma diminuição no número de mártires e no nível de violência do sistema desde a visita do seu Comitê para a Síria?"
" ...especialmente após a instrução na declaração final do Comité Ministerial da igualdade entre a vítima e o carrasco mesmo após a apresentação de milhares de clipes de vídeo e milhares de testemunhos de deslocados pela violência do sistema e relatórios de organizações de direitos humanos e do último relatório (Human Rights Watch) que a matança é feita por gangues dos estames a partir daqui que nós chamamos a Liga Árabe a assumir as suas responsabilidades para com nosso povo e exigimos o seguinte:
• declaração do fracasso da iniciativa árabe pelo fato da Universidade não ter meios suficientes para parar os assassinatos na Síria. • converter o arquivo da Síria ao Conselho de Segurança a tomar direito internacional o seu curso na proteção de civis e ganharmos nosso direito de protecção por parte das Nações Unidas."
Em uma mensagem desesperada para a NATO, oposição popular declara que "se o povo líbio pôde pagar o No-Fly-Zone com petróleo, o povo sírio pode pagar a operação em seu país com a venda de suas casas".
Em uma mensagem desesperada para a NATO, oposição popular declara que "se o povo líbio pôde pagar o No-Fly-Zone com petróleo, o povo sírio pode pagar a operação em seu país com a venda de suas casas".









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