Ativistas no Laos tem denunciado que um esquema de falsa adoção tem levado milhares de bebês recém-nascidos, meninas e mulheres para o exterior a preços que variam entre 2 e 5 mil dólares. De acordo com as fontes, o comércio é legalizado por força de esquemas de "adoção" endossados por documentos emitidos pelo Governo Federal.
Ativistas dos direitos humanos alertam que documentos utilizados para adoção estão sendo desviados para esquentar negociações de tráfico internacional de bebês e mulheres adolescentes e adultas para a indústria da exploração sexual. As vítimas são todas de famílias muito pobres e em grande parte são localizadas nas regiões mais remotas do Laos e em hospitais, conta a "Rádio Free Ásia", uma ONG com sede nos EUA que milita pelos direitos humanos no continente asiático.
A fonte que cita funcionários ligados à segurança, descreve esta organizações como "sindicatos", que vendem crianças à partir de 1 ano de idade para casais estrangeiros de países asiáticos, além dos Estados Unidos. Sob condição de anonimato, a agência disse que funcionários da segurança afirmam que o Governo teria poder para impedir tais crimes, "se estas adoções não fossem legais".
De acordo com a fonte, "os traficantes de seres humanos" adotam bebês recém-nascidos e aguardam até que tenham a idade ideal para a venda e os preços variam de US$ 2.000 a US$ 5.000 no comércio internacional. De acordo com a "RFA" ainda, as testemunhas que concordaram em ceder a entrevista sob condições de anonimato, contaram que os documentos esquentados são endossados por pessoas que "fazem todo o trabalho com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com o Ministério da Justiça," para que as adoções sejam legitimadas.
Além de escravos sexuais, do Laos também saem pessoas que são vendidas para o trabalho escravo na China, Malásia e Tailândia, destacou a RFA. O país tem sido conhecido como principal origem de escravos asiáticos para exploração sexual e trabalhos escravos em fábricas ou para serviços domésticos.
O site "GVNET" publicou um relatório emitido pelo Governo Americano em 2010 que já dá ampla visão do que ocorre no país: "gvnet.com/humantrafficking".
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| Foto: " tbSMITH" Cortesia sob Creative Commons" |
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 18 de Janeiro de 2012 - 09h13min.
Atualização: 10h07min.
Atualização: 10h07min.
Ativistas dos direitos humanos alertam que documentos utilizados para adoção estão sendo desviados para esquentar negociações de tráfico internacional de bebês e mulheres adolescentes e adultas para a indústria da exploração sexual. As vítimas são todas de famílias muito pobres e em grande parte são localizadas nas regiões mais remotas do Laos e em hospitais, conta a "Rádio Free Ásia", uma ONG com sede nos EUA que milita pelos direitos humanos no continente asiático.
A fonte que cita funcionários ligados à segurança, descreve esta organizações como "sindicatos", que vendem crianças à partir de 1 ano de idade para casais estrangeiros de países asiáticos, além dos Estados Unidos. Sob condição de anonimato, a agência disse que funcionários da segurança afirmam que o Governo teria poder para impedir tais crimes, "se estas adoções não fossem legais".
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| Foto: " tbSMITH" Cortesia sob Creative Commons" |
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O site "GVNET" publicou um relatório emitido pelo Governo Americano em 2010 que já dá ampla visão do que ocorre no país: "gvnet.com/humantrafficking".










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