sexta-feira, dezembro 02, 2011

Marrocos: Demolição de casas é punição por uso de eletricidade ilegal.

DIREITOS HUMANOS: "O Clamor do povo Marroquino" afirmou que demolição de casas foi punição coletiva contra "uso ilegal de energia elétrica". Ainda tem que pagar com o corte do fornecimento de água.

Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 02 de Dezembro de 2011 - 09h16min.

A comunidade acusa políticos que perderam as últimas eleições e a suas vagas no parlamento, de utilizarem seus recursos para castigar o povo marroquino por não ter votado em suas legendas e em seus candidatos. Segundo "O Clamor do povo Marroquino" que disse que bairros muito pobres ao redor de Marrakech têm sido punidos com a demolição de suas casas sob a desculpa de uso ilegal a energia elétrica. Outra justificativa para as demolições é que esta seria uma "forma de controlar o número crescente de construções na região".  A população reclama do corte do fornecimento de energia elétrica e do fornecimento de água potável. Dezenas de moradores da vila Akvai fizeram vigília nesta quinta-feira pedindo uma solução. De acordo com a fonte uma comissão foi organizada para representar a população da vila que se reunirá com a direção do Grupo Akvai para discutir a situação sob a supervisão do Secretário Geral do Estado que ordenou que as demolições sejam suspensas imediatamente.

O Novo Governo

Em protesto contra a continuidade da arbitrariedade no país, o "O Clamor do povo Marroquino" levantou a pergunta: "Quem disse que o governo mudou?". A fonte disse que o ministro dos Negócios Estrangeiros do Marrocos Fassi Fihri avisou que não reconhece a autoridade do Presidente do novo Governo eleito  pelo Rei Muhammed VI nesta semana.

Segundo a fonte disse que Fassi disse que "a nova constituição não destruirá a soberania dos ministros", em resistência às novas regras votadas e aprovadas pelo governo e a "população marroquina".

De acordo com "O Clamor do povo Marroquino" o ministro quer se manter na mesma posição de chefia da diplomacia do país por causa de sua forte influência no palácio. Insubordinado, o ex-primeiro-ministro Fassi se nega a aceitar as novas regras do jogo político marroquino pretendendo se manter nas mesmas condições anteriores, com base em seu histórico poder no Reino.

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