sexta-feira, dezembro 02, 2011

600 ex-Rebeldes líbios estão prontos para entrar na Síria como reforço ao Exército Livre.

A notícia da travessia da fronteira síria pelo lado turco de 600 fuzileiros ex-rebeldes foi publicada pela agência russa RT News (Russia Today) há algumas horas. Há quem acredite que esta notícia seja uma estratégia russa. Ainda a Aljazeera disse que na fronteira com o Líbano há um intenso combate, a razão era que o exército sírio foi remanejado para aquela região para impedir que reforços estrangeiros cruzem a fronteira.

O mapa atualizado pelo NOW Lebanon marca os atuais acontecimentos.
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 02 de Dezembro de 2011 - 17h30min.
Atualização 03-12-2011 as 10h35min

Mesmo assim, uma página de Facebook ligada ao regime sírio, disse que o Exército Livre tem contado com muitos reforços estrangeiros, dizendo que são muitos e de muitos lugares diferentes, mas que acreditam que a maioria seja formada por libaneses. (Não se sabe se esta informação é verídica, ou se é uma forma de manipulação da opinião pública).


Atualização 03-12-2011 - O site "doualia" confirmou que Abdul Hakim, Comandante do Conselho Militar em Tripoli está desde ontem nas fronteira turca com a Síria aguardando a ordem de progredir em direção a Damasco juntamente com o Exército Livre.


Como foi confirmado ontem o Porta-aviões americano G. W. Bush que estava perto do Iran foi remanejado para a Síria, e foi filmado cruzando o canal de Suez.


Exército Livre

Dois violentos combates em andamento: O primeiro acontece em Homs numa construção que era conhecida como Castelo Roundabout. Haviam muitos agentes escondidos que atiram contra os manifestantes daquela posição. Utilizando um veículo ATR, soldados do Exército Livre demoliram o Castelo matando pelo menos 10 Cibhh. O relatório da batalha será enviado assim que terminar, prometeram.

Já os Batalhões Farooq e Khalid Bin Al Waleed, guerreiam contra agentes e gangues pró-Assad  no bairro de Vegetais, que antes haviam sido atacados por dissidentes do "SPLA" em paralelo com os confrontos que ocorrem nas proximidades de Castelo Roundabout. 

Hoje as atualizações estão muito difíceis. Provavelmente os dissidentes estão em áreas de difícil acesso à internet sem falar que há muito eventos de gigantes proporções acontecendo ao mesmo tempo e está exigindo o esforço e o reforço de todos.

19:12 - Bosra Sham pediu socorro, depois que as forças de Al-Assad iniciaram tiroteio contra a manifestação que pedia a Zona Tampão. A região ficou bastante perturbada com a chegada das forças de opressão.


 Mas o Batalhão Shahid Ahmed do Exército Livre correu em socorro do povo sírio e matou 4 agentes de segurança no confronto e feriu outros 4. Os demais fugiram diante da superioridade dos dissidentes.


21:24min - Soldados que desertaram nesta sexta (02/12) denunciaram o regime sírio. Ales disseram hoje que o presidente Bashar Al-Assad tem importado mercenários do Líbano, Iran e Iraque, para compensar o elevado volume de rebeliões. Eles disseram que "milhares de iranianos da Guarda Republicana, Hezobllah, SSNP e milícias Alawitas do Líbano, também, soldados iraquianos xiitas estão chegando a Damasco para ajudar a Assad". Os novos dissidentes farão parte do Batalhão Farouk, do Exército Livre contra o regime.


Manifestações

Nas ruas a população faz sua segundo pedido à comunidade internacional: A Zona Tampão. Continuam exigindo a execussão do "ex-presidente" Bashar Al-Assad.

Al-Jazeera revela a declaração das Nações Unidas de que o número de civis mortos pelo regime é bem maior que 4000, mas que passou a servir de base enquanto advertiu que a Síria já vive em clima de guerra civil. É aí que abre espaço para os rebeldes líbios que estão ansiosos para voltar para a adrenalina da batalha e ao mesmo tempo ajudar a Síria que é considerada sua irmã.

Assista este vídeo gravado há 1 hora: Uma festa tão linda, precisa de ser terminada com explosivos e tiroteios?


O vídeo a seguir contém revelações sobre o massacre de Homs/Hama em 1982 ordenado por Hafez Assad, pai de Al-Assad, deixando cerca de 45 mil mortes que nunca foram reconhecidas pelas autoridades internacionais, mas o Exército Livre descobriu um número de valas comuns no Canto do Monte, em Latakya nestes dias, onde garantem que se encontra a maioria das ossadas dos civis e militares rebeldes exterminados em apenas 2 semanas.

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