domingo, novembro 27, 2011

Egito: Partidos islâmicos trocam voto por alimentos - Denuncia ativista.

A crise no Egito é inacreditável e profunda. A pobreza egípcia vivia sendo encoberta pela riqueza que a família Mubbarak ostentava. Agora país enfrenta sérias dificuldades para se erguer. À começar por partidos islâmicos com seus velhos hábitos, procuram comprar votos oferecendo gêneros alimentícios em troca.

Partido Alandalh - Distribuição de Açúcar e saquinhos de Chá para eleitores.
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 27 de Novembro de 2011 - 06h25min.

Ativistas egípcios tem lutado para que grupos islâmicos não assumam o controle do Egito. Segundo o desejo do povo de que o país tenha um regime democrático e que a religião seja uma opção para todo o cidadão livre. Ontem ativistas foram até os escritórios eleitorais dos partidos islâmicos. Apesar de que esta ser uma estatégia da maioria deles, o grupo foi até o escritório do Partido Alandalh e fotografaram a distribuição de quilos de "açúcar e saquinhos de chá.". Quem denuncia é um grupo de ativistas de direitos humanos que milita contra a implantação do regime sangrento da Irmandade Muçulmana no Egito (Não para a Irmandade Muçulmana no Egito).

O grupo é formado por mais de 66.000 pessoas que muçulmanas que não aprovam as lembranças de regimes catastróficos anteriormente governados pela Irmandade, que por todo o povo árabe, é ligeiramente ligada a genocídios, terrorismo e farto derramamento de sangue de pessoas comuns.

Deixando bem claro que não há uma campanha deste site, nem de seu autor contra o islamismo. Aqui nos dedicamos a expressar o que realmente ocorre no Oriente Médio e as novas aspirações do povo árabe, apesar de nem sempre serem as mesmas aspirações dos grupos políticos e grupos religiosos árabes.

Citando por exemplo que mais de 16.000 egípcios aderiram à página no Facebook intitulada: "Eu sou um muçulmano, mas Irmandade Muçulmana não me representa"

Cercados de vigilância, tanto os militares quanto a Irmandade Muçulmana deverá ficar fora da política egípcia, por vontade popular. Estas são as mesmas aspirações do povo sírio e marroquino.

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