segunda-feira, setembro 12, 2011

Síria rejeita visita da comissão D.H. da ONU e CCG manda parar "Máquina de matar".

A sub-secretária geral para os Direitos Humanos e coordenadora de emergência das Nações Unidas Valerie Ann Moss informou neste Domingo dia 11 de Setembro que o governo sírio rejeitou a visita da comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, ao passo que os crimes hediondos continuam acontecendo à cada minuto desde o início da mobilização popular oficialmente em 15 Março de 2011.

Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 12 de Setembro de 2011 - 07h11min.

Enquanto o mundo se mostra irritado com a situação gravíssima e intermitente contra a população síria, Bashar Al-Assad conversa com diplomatas e autoridades de todo o mundo como nada estivesse acontecendo. Sempre que se volta para a Síria, ele produz relatórios que distorcem o conteúdo das conversações em seus encontros, demonstrando que os países e autoridades internacionais estão sempre ao seu lado usando a velha retórica da "implementação das reformas".

Esta frase tem sido um instrumento poderoso para retardar a reação internacional, enquanto o número de mortes oficial registrado pela Organização dos Direitos Humanos das Nações Unidas já chega a 2600, faltando três dias para completar seis meses de protestos contra o regime opressor da família Assad.

Neste Domingo também o Conselho do Golfo se manifestou mais uma vez, pedindo ao governo sírio para "parar a máquina de matar" manifestantes que protestam contra o regime e reiterou suas exigências por sérias "reformas no país que atendam aos anseios e necessidades do povo sírio". Este pronunciamento aconteceu ao final de um encontro entre seis ministros do CCG em Jeddah.

Video: Nas salas de aula, os manifestantes aprendem a lição da submissão à qualquer preço ao regime ou simplesmente voltam para casa mortos em condições impossíveis de ver, após longas sessões medievais de torturas. (Vídeo vendido por soldados mercenário).


Apesar da proibição expressa de filmar as incursões militares, os soldados pró-Assad continuam gravando para ganhar uma grana extra com a venda dos vídeos para agências de notícias internacionais.


Algumas organizações não-governamentais também estão comprando vídeos dos soldados sírios para expor a realidade registradas com tamanha profundidade que nenhum outro cinegrafista poderia registrar.

Mas há uma grande quantidade de cinegrafistas amadores civis que se arriscam com seus celulares em punho para registrar de perto uma grande quantidade de crimes cometidos pelas forças sírias, inclusive o desenfreado consumo de cocaína, maconha e outras drogas ilícitas, que o próprio regime sírio fez questão de inserir no país, para acusar os manifestantes de uso de drogas, mas o tiro acabou saindo pela culatra.

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