quinta-feira, agosto 18, 2011

AL-ASSAD: "A Síria vai permanecer firme e resistente, e não vai abrir mão de sua dignidade e soberania."

O mundo ocidental amanheceu com a notícia de que o Governo dos Estados Unidos da América faria hoje o pronunciamento oficial para que Al-Assad deixe seu cargo à disposição do povo da Síria. O populares da Síria renovaram suas esperanças enquanto que o ditador convocou uma reunião especial com seu governo nesta manhã.


Por Saulo Valley e IJAR - Rio de Janeiro, 18 de Agosto de 2011 - 11h50min.

Logo cedo Al-Assad anunciou que as atividades militares em Latakya haviam sido encerradas. A verdade é esta:

A Rede de Notícias popular da Síria SNN informou há pouco que em Latakia

"...O cerco continua até este momento, a implantação de grandes elementos de segurança e Cbihh que acamparam por eles nas áreas sitiada, além de invasões, vandalismos, saques não cessam as detenções arbitrárias e jovens são alvos em particular. A situação humanitária dos bairros sitiados Mbeki que permanece sem eletricidade ou água há 6 dias e não permitem entrada ou saida das centenas de feridos que estão morrendo devido à falta aguda de sangue e "Alawdoah" para que o hospital de campanha criada pelos pais não foi poupado pelo governo, perseguição nas ruas pelos sírios e palestinos."


Enquanto o massacre prossegue à todo vapor, já que a máquina de destruição se alimenta de sangue humano de civis, Al Assad reuniu-se com seu governo, mais especificamente com o partido Ba'ath e representantes de empresas públicas para discutir "o novo governo".

Cortesia: "Groundhopping Merseburg"
 De acordo com o site SANA da agência oficial do governo sírio,  que exibiu fotos da reunião que aconteceu hoje cedo com representantes do governo sírio, a reunião iniciou com uma avaliação de todos os passos dados pelo governo sírio até agora.

Também foram discutidas as novas ações e decisões "para construir uma Síria moderna e forte". Sobre a nova Síria, Al-Assad convidou as organizações públicas a assumirem "as responsabilidades e para retomar o diálogo com todos os espectros sociais sobre as leis aprovadas e implementá-las."

Ele também ressaltou que a Síria tem o interesse de "cumprir as aspirações do povo sírio" para que o país torne-se um exemplo a ser seguido pelos países vizinhos. Mas segundo ele, os anseios da Síria "não podem ser alcançados sem restaurar a segurança e a estabilidade e erradicar todas as formas de ataques armados."

A agência disse ainda que Assad destacou que as reformas vêm da determinação do povo sírio e não das pressões externas "afirmando que a Síria vai permanecer firme e resistente, e não vai abrir mão de sua dignidade e soberania."

Ele citou como exemplo os eventos de 2003 e 2005 para mostrar como a Síria resistiu às pressões internacionais e conquistou a estabilidade do país, neste tempo.

Al-Assad disse que o regime sírio "Não vai ceder a pressões de países estrangeiros

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