quarta-feira, junho 22, 2011

AMÃ: Limitações de Imprensa e de Mídia são as "reformas" do Governo.

De uma coisa já se sabe: Quando o povo vai às ruas pedindo democracia, reformas constitucionais e combate à corrupção, os líderes das ditaduras não sabem o que fazer, ou não querem. A exemplo da Líbia, Egito, Síria, Marrocos as reformas constitucionais não passavam de engodo. Aproveitam a demanda por mudaças para apertar mais ainda o cerco sobre o povo, a imprensa e reprimir toda forma de aspiração pela democracia, direitos humanos, civis e internacionais.




Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 22 de Junho de 2011 - 06h24min.

No dia 15 deste mês, o escritório da respeitada Agência France Presse foi atacado por um número de desconhecidos, um dia após a agência ter publicado o ataque ao combio do Rei Abdullah, e este evento foi negado pelo governo. A agência foi acusada de "atacar a Jordânia" e recebeu várias ameaças do governo, citado pela própria AFP como dizendo que: "Isto não ficaria assim".


Houve manifestação de apoio à AFP por parte de jornalistas e sindicalistas:


E renúncia do ministro de estado para assuntos de mídia na Jordânia Taher Al-Adwan.
Ele disse que saiu de sua casa para ir ao trabalho para elaborar leis "para proteger a democracia" e se deparou com um conjunto de leis que "restringem a liberdade de expressão e reduzem ao limite máximo a liberdade de imprensa." destacou "aleqt".

Por este motivo, o ministro pediu demissão. Segundo ainda o "aleqt", foi encaminhado para o parlamento modificações de leis que agora aumentam a pena por crimes de "calúnia e difamação".

Enquanto isto o mundo protesta.

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